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Artigo: Kafta vegetal na Anufood 2022

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Autores: Janice Ribeiro Lima (pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Rio de Janeiro) e André de Souza Dutra (chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agroindústria de Alimentos)

A Kafta Amazonika, novo produto feito de plantas, promete movimentar a Anufood 2022. Desenvolvida pela parceria da Embrapa com a Sottile Alimentos, conhecida pela marca Amazonika Mundi, a kafta tem características similares à análoga de origem animal. O produto foi desenvolvido por meio de um contrato de cooperação técnica e financeira entre as empresas, o que permitiu que os resultados do projeto fossem diretamente aos mercados, possibilitando à sociedade o acesso a essa inovação na área da alimentação.

A kafta vegetal faz parte de um grupo de alimentos conhecidos como plant-based, com aparência, textura e sabor que se assemelham aos feitos com proteína animal. São produtos que visam suprir a memória afetiva de quem está reduzindo o consumo de proteína animal, mas atendem também aos consumidores vegetarianos e veganos. Segundo o The Good Food Institute (GFI), o setor de proteínas alternativas recebeu investimento recorde de US$ 5 bilhões em 2021, 60% a mais que em 2020.

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Um dos ingredientes da nova kafta vegetal é a fibra de caju, um coproduto obtido no processamento do suco, tratada de modo a ficar com características neutras de sabor e odor. Seu uso atende a duas tendências do mercado: a sustentabilidade por ajudar na utilização integral do fruto e diminuir os resíduos na indústria, e a saudabilidade por acrescentar, a um produto análogo à carne, um ingrediente que não está presente em sua composição e que contribui para a saúde gastrointestinal. Além disso, são utilizados, também, ingredientes provenientes da Amazônia, como o cogumelo Yanomami desidratado, a farinha de babaçu e a pimenta indígena assîsî. O uso desses ingredientes, produzidos por pequenos produtores da região Norte do Brasil, impacta positivamente famílias indígenas da Amazônia.

Mas a grande questão é: a Kafta Amazonika é boa? Bem, se você pretende reduzir o consumo de produtos de origem animal, mas sente falta de seus sabores, provavelmente vai gostar. Se você é vegetariano ou vegano e guarda uma memória afetiva de alguns produtos de origem animal, provavelmente também vai gostar. Nosso conselho: prove sem preconceitos, você vai se surpreender.

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Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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