RECURSOS
Deputado destina R$ 170 mil para reforçar a saúde de Alta Floresta
POLÍTICA MT
Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS
O compromisso com a oferta de uma saúde pública de qualidade à população é um dos principais eixos de atuação do deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil). Para reforçar essa pauta, o parlamentar destinou R$ 170 mil para investimentos na área da saúde do município de Alta Floresta, distante 789 km de Cuiabá.
O recurso garantiu a aquisição de sete câmaras verticais para conservação de imunobiológicos, equipamentos fundamentais para o armazenamento adequado de vacinas, seguindo todas as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Além disso, a emenda também assegurou a compra de 50 tablets que serão utilizados pelos agentes comunitários de saúde para aprimorar o atendimento e o acompanhamento das famílias. A entrega oficial dos equipamentos deve ocorrer nos próximos dias. Ação que vai fortalecer e ampliar o suporte às equipes de atenção básica no município.
No encontro, Botelho reforçou o compromisso com o município e garantiu que novas ações serão construídas em parceria com o vereador Darlan Carvalho (PRD).
“O Darlan não está sozinho em Alta Floresta, estamos juntos. Enviamos emenda para a aquisição de equipamentos para a saúde, e isso é só o começo. Vamos fazer muito mais por Alta Floresta. Pode contar com a gente”, afirmou o deputado.
O vereador ainda agradeceu ao deputado pela viabilização de sete refrigeradores e cinquenta tablets e o compromisso dele com a infraestrutura do município. “Quero refrescar a memória da população: foi este deputado que destinou recursos para a pavimentação do Jardim Universitário, obra que hoje beneficia dezenas de famílias. Em nome de Alta Floresta, agradeço por todo o apoio e atenção com a nossa região”.
POLÍTICA MT
Abílio Brunini endurece fiscalização após Operação Gorjeta e mantém corridas de rua

Foto: divulgação
Em resposta aos desdobramentos da Operação Gorjeta, que investiga o desvio de mais de R$ 5 milhões em emendas parlamentares, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, anunciou uma mudança drástica na gestão de recursos públicos. Apesar do escândalo que afastou o presidente da Câmara, Chico 2000, e colocou outros sete vereadores sob suspeita, o Executivo municipal confirmou que o calendário de corridas de rua da capital será preservado.
O Novo Modelo de Controle: “Tolerância Zero”
Para garantir a continuidade dos eventos sem o risco de novas fraudes, a prefeitura implementará um sistema inédito de vigilância. A estratégia central é a criação de um setor de inteligência compartilhado dentro da estrutura administrativa da capital.
As principais medidas incluem:
* Parceria com a Polícia Civil: Agentes atuarão diretamente no monitoramento da execução de emendas e contratos.
* Termo de Ajustamento: Um novo regramento operacional para fiscalizar a destinação e o pagamento de recursos.
* Fiscalização Preventiva: O controle será contínuo e técnico, visando barrar irregularidades antes que os pagamentos sejam efetuados.
Preservação do Esporte e da Saúde
Brunini enfatizou a necessidade de separar a má conduta de agentes públicos do valor social dos eventos esportivos. Para o prefeito, suspender as corridas seria punir a população por crimes cometidos por políticos.
“As corridas são instrumentos de saúde e inclusão. O foco não é o cancelamento, mas o fortalecimento dos mecanismos de controle para que cada real chegue ao seu destino final”, pontuou o gestor.
Eventos tradicionais como a Corrida do Legislativo e a Corrida do Bom Jesus estão confirmados, mas agora operam sob o novo padrão de transparência e o olhar atento da Polícia Civil de Mato Grosso.
Impacto Político e Transparência
A iniciativa de trazer a polícia para dentro da Prefeitura busca dar uma resposta rápida à crise institucional e à forte cobrança da sociedade por accountability. Ao assumir o protagonismo da fiscalização, Abílio Brunini tenta transformar um cenário de corrupção em um marco de boa governança, estabelecendo Cuiabá como um modelo de cooperação interinstitucional no combate ao desvio de verbas parlamentares.

