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Morre o pesquisador aposentado Evandro Tupinambá, referência em agroecologia

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Faleceu na manhã desta sexta (12) o pesquisador aposentado da Embrapa Tabuleiros Costeiros Evandro Almeida Tupinambá, em Aracaju, em consequência de um traumatismo cranioencefálico decorrente de acidente com queda ocorrido na quarta (10).

O velório está previsto para acontecer a partir das 17h de sexta no Osaf, no Centro de Aracaju, e o sepultamento deverá ocorrer às 9h de sábado (13) no cemitério São Benedito, na Praça Princesa Isabel, bairro Santo Antônio, também na capital sergipana.

Tupi, como era carinhosamente conhecido e chamado por todas e todos na Embrapa e por parceiras e parceiros, era formado em agronomia pela Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia, em Cruz da Almas (atualmente Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), cidade onde nasceu em 1949. Realizou seu mestrado em fitotecnia pela Universidade Federal de Viçosa, MG.

O pesquisador começou a atuar na Embrapa Tabuleiros Costeiros em 1974, antes mesmo de sua fundação oficial, no ano seguinte. Ocupou o cargo de chefe-adjunto de Apoio (nome dado à função hoje chamada de chefe-adjunto de Administração) de 1992 a 1994, quando a Unidade se chamava Centro Nacional de Pesquisas de Coco, aposentando-se em 2008.

Em sua longa e produtiva carreira, atuou em melhoramento vegetal e trabalhou com a cultura do coqueiro,além de ecologia, sistemas agroflorestais, gestão e educação ambientais e recursos genéticos. Atuou como curador do Banco Ativo de Germoplasma do Coqueiro mantido no Campo do Betume, em Neópolis, SE e como supervisor do Campo de Itaporanga.

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Seu trabalho teve grande foco na agricultura familiar e agroecologia, sendo um dos pioneiros nas pesquisas com esses temas. Mesmo após se aposentar, manteve intensa atividade de intercâmbio de conhecimentos, palestrando e apresentando boas práticas de agricultura sustentável em eventos em Sergipe e na Bahia.

Manteve sempre uma rica interação com comunidades e povos tradicionais, a exemplo das famílias pescadoras, marisqueiras e agricultoras da Ilha Mem de Sá, na bacia do rio Vaza-Barris, no litoral sul de Sergipe, onde fixou residência até o fim de sua vida. 

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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