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Artigo – Com a mudança das estações, fique atento com as fake news

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A confirmação da continuidade do fenômeno La Niña para 2022 trouxe um prognóstico de alerta para o período de outono e inverno. Além das alterações no regime de chuvas, que tendem a ser mais irregulares e concentradas, também são esperadas ondas de frio de maior intensidade. Felizmente, os serviços de previsão hoje são capazes de prever esses fenômenos com considerável antecedência e precisão. Hoje nenhum fenômeno de grande intensidade passaria despercebido numa previsão de 15 dias.

Instituições como Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa1), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE2) e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET3) têm qualidade e reconhecimento internacional e dispõem de serviços de alerta que não ficam devendo em nada a qualquer outra instituição internacional. De fato, e via de regra, esses serviços se complementam, reforçando e concordando em suas previsões. Hoje, é improvável que qualquer evento meteorológico de grandes proporções ocorra sem a previsão dos serviços de previsão públicos ou privados. Poderíamos estar muito seguros disso, não fosse o fértil terreno das fake news que cresceu muito nos últimos anos.

Com a chegada do outono, tem sido frequente a divulgação de vídeos e áudios antigos, dando a entender que seriam atuais. Essa tem sido a principal estratégia de fake news nesse momento. De fato, nos últimos dias, tem sido prática comum a divulgação de material relativo ao inverno de 2021, como sendo uma previsão para os próximos dias. Isso tem semeado o pânico entre os produtores rurais, que já teriam preocupações suficientes com o alto risco natural de suas atividades.

E com o avançar do outono em direção ao inverno, a tendência é que cresçam os boatos. Outra estratégia dos mal-intencionados é postar informações e fotos de outros lugares como sendo da região. Logo chegará aquela foto de uma nevasca nos Estados Unidos que seria uma geada no interior de Mato Grosso do Sul. Esse é um fake que tem se repetido nos últimos anos e, incrivelmente, tem quem acredite que são informações verdadeiras.

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Nenhum evento apocalíptico estaria na iminência de ocorrer sem que instituições públicas brasileiras estivessem cientes. Então, essas são fontes de informações de credibilidade e que prestam serviços que servem como contraponto às mensagens que por vezes recebemos no celular ou vemos em algum site pouco confiável. Além disso, existem diversos sites especializados na verificação de notícias, onde é possível reunir evidências da veracidade e confiabilidade das notícias. Mesmo nesses casos, é necessária prudência e consultar o máximo de fontes possíveis.

Confira algumas dicas que ajudam a evitar a propagação de fake news, ou seja, de notícias mentirosas/falsas:

  1. Cheque a fonte da notícia – Independente da credibilidade que uma fake news possa dar a entender, ou não, o que devemos fazer é só considerar fontes confiáveis. Uma mensagem correta deveria conter um link que remete a uma matéria ou artigo de uma empresa ou instituição reconhecida, preferencialmente com alguma expertise na área do artigo. E ao clicar em um link sempre observar a que local a notícia se refere e quando foi publicada.
  2. Verifique a data da informação – Vídeos e áudios avulsos em aplicativos de mensagens, sem indicação de data, local ou fonte, jamais deveriam ser levados à sério e muito menos encaminhados para outras pessoas ou grupos.
  3. Desconfie de títulos, manchetes e textos alarmistas – Textos sensacionalistas podem até ser verdade, mas em geral tem como objetivo apenas conseguir cliques.
  4. Desconfie de imagens, fotos e vídeos muito absurdas – Imagens assim, em geral, despertam a atenção, especialmente nas redes sociais. É nessa hora que o bom senso deve prevalecer, pois se um evento parece muito inacreditável talvez seja justamente porque ele não existe.
  5. Imparcialidade – Textos com informações genéricas, sem identificação dos envolvidos, são pouco confiáveis. Uma boa notícia jornalística deve conter a fala de todos os lados citados no texto. Fique alerta quando apenas uma versão da história é apresentada, pois pode ser tudo por invenção.
  6. Não acredite em tudo que ouve ou vê –  Imagens e áudios podem ser facilmente editados e tirados do contexto. Cenas que mostram situações muito incomuns demandam uma busca pela gravação original para tentar entender em que contexto foram feitas ou ditas. É preciso tomar cuidado porque elas podem ser manipuladas digitalmente só para enganar o leitor ou ouvinte. Uma dica prática importante, quando você se deparar com uma imagem duvidosa na internet, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção procurar imagem. Esse recurso vai te mostrar quantas vezes essa imagem já foi reproduzida e em quais endereços.
  7. Credibilidade – Quando uma informação é importante e relevante, ela normalmente é publicada por um veículo da imprensa com a assinatura do profissional responsável por aquela informação. Procure saber se existe em uma reportagem alguma informação nesse sentido. Assim, é possível fazer uma busca online pelo nome da pessoa responsável pela publicação com a finalidade de verificar se esse profissional existe e se trabalha naquele veículo de informação.
  8. Pegadinha – Geralmente, as notícias falsas trazem em seu final o clássico bordão: “se você gostou dessa notícia e acha que vale a pena ser compartilhada, mande esse texto para todos os seus contatos” ou “faça essa mensagem chegar ao maior número de pessoas”. Desconfie imediatamente, pois são frases comuns em mensagens falsas.
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Finalmente, fique atento e faça a sua parte. Vivemos um tempo em que estamos cercados de fake news e desinformação. Assim, é muito importante estudar, pesquisar e estar bem informado. Verifique se a informação que você recebeu é de fato verdadeira, antes de compartilhar com outras pessoas. Você é responsável pelo que você compartilha.

Para saber mais:

1 http://www.embrapa.br/

2 http://inpe.br/

3 https://portal.inmet.gov.br/

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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