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Inovação na agricultura promove sustentabilidade para agricultores

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O comportamento do empreendedor e a adoção de inovações na busca pela sustentabilidade da atividade agropecuária foram assuntos debatidos no seminário “Empreendedorismo e inovação­­­­­ na agricultura”, realizado dia 11 de maio à noite.

O seminário foi moderado pelos representantes da KWS Sementes Lucas Mattos Miranda e Nayara Pinheiro. Os cases apresentados demonstraram diagnósticos e soluções viabilizadas para favorecer agricultores e consumidores, gerar maior rentabilidade e produtos de qualidade para o consumidor.

O empresário Bruno Dupin, da startup Connection, falou sobre inovação na agricultura. Ele considera que inovar está muito mais relacionado a uma ação do que a uma ideia em si. “A sua ideia sem ação, na verdade é nada. Muitas startups que chegam para nós, querendo apresentar suas empresas, têm as ideias só no power point. Mas a gente tem que colocar as ideias em ação, para conseguir extrair o seu potencial e projetar quanto valeria a ideia agora e no futuro. Então, inovação, lembrem-se disso, é muito mais sobre a ação do que sobre a ideia”, disse Bruno.

Ele citou a frase do empresário João Apolinário: “Inovar é questionar o que já existe”. “E isso é um ponto fundamental nos dias de hoje, principalmente no agronegócio”, observou Bruno, considerando que o agronegócio é muito tradicional, e por isso para inovar neste setor é preciso trazer mais ideais para o que já existe. “Justamente por ser muito tradicional é que a gente precisa trazer mais ideias e ações para o nosso dia a dia”, afirmou.

Em seguida, o diretor técnico do Sebrae-MG João Cruz Reis Filho discursou sobre o “Empreendedorismo como propulsor do setor agropecuário”.

João Cruz considerou que mais acesso ao conhecimento e à informação formam um novo consumidor. “A abundância de informação está transformando o mundo e o novo consumidor. A nova geração tem atitudes diferentes. O consumidor está mais vigilante e quer mais transparência no processo de produção para entender o que chega a sua mesa. E é ele que está impelindo a digitalização do campo brasileiro”.

Ele disse que as oportunidades para os empreendimentos novos e criativos no agronegócio são excelentes, crescentes e vão direcionar mais desafios, e que por isso o planejamento e o controle são sempre fundamentais. “Temos que planejar, executar e avaliar se as decisões implementadas de fato estão dando certo. E o propósito do Sebrae em Minas é este. O Sebrae tem o objetivo de impulsionar o empreendedorismo para transformar vidas. Nós temos inúmeras iniciativas aqui no Sebrae Minas em que o empreendedorismo é realmente o caminho para transformação de vidas. Transformar para melhor”.

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“Dentro do setor agropecuário, neste ano, por exemplo, o nosso querido Educampo MG completa 25 anos. É uma plataforma de inteligência para tomada de decisão. Nós temos consultores treinados e preparados, que estão principalmente nas cadeias de leite e de café, subsidiando os produtores para tomarem as melhores decisões de gestão. Vemos que o casamento da gestão com a orientação técnica de qualidade realmente é um dos caminhos mais claros para o sucesso dos negócios”, completou João Cruz.

O evento continuou com a mostra da startup do agro “Da Roça prá Porta”, que atua com produtos orgânicos. A empresária Heloísa Helena Pereira de Araújo disse que a empresa busca levar para a casa do consumidor produtos que vêm diretamente da agricultura familiar, de forma rápida e com um preço justo.

“A empresa dá condições para que o pequeno agricultor foque no plantio e na colheita, para que ele não tenha que se preocupar em comercializar e em distribuir os produtos”, disse. O trabalho é executado em parceria com a Emater, e a ideia da startup é empoderar o agricultor e crescer junto com ele. “Apresento o projeto ao engenheiro agrônomo da Emater da cidade ou região, para que ele auxilie os pequenos agricultores desde o planejamento do plantio até a colheita”, disse Heloísa Helena. 

Rede Agrinova Luz

O gestor de Ativos de Inovação da Embrapa Diego de Oliveira Carvalho falou sobre “A vocação agrícola dos municípios brasileiros como motor de recuperação da economia no pós-pandemia”. 

Ele apresentou a experiência da Rede Agrinova Luz – I Arranjo Produtivo e Inovativo Local inclusivo e sustentável do Centro-Oeste de Minas Gerais. A Rede Agrinova, que é composta por representantes do poder público, da iniciativa privada e das instituições de ciência e tecnologia com atuação regional, busca promover conexões sinérgicas entre as pessoas e organizações para catalisar o desenvolvimento regional sustentável a partir da bioeconomia, reservando o mesmo valor às pessoas e aos resultados, para fazer do município de Luz e região um lugar mais justo, próspero e agradável a todos. E para isso busca ampliar as oportunidades de investimento, geração de emprego e de renda a partir de estratégias que visem o desenvolvimento sustentável de Luz e sua região.

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“Nós acreditamos que essa iniciativa, que nasce no Centro-Oeste de Minas, possa ser uma inspiração, um modelo a ser adotado por outros municípios. Uma vez que vivemos em um País vocacionado para a produção agrícola, este tipo de iniciativa pode catalisar e acelerar um movimento de recuperação da economia com bases sustentáveis.”

“Nós vivemos a era do conhecimento, e nesta era existe um novo padrão de acumulação que requer transições nas formas de gestão e de atuação das organizações encarregadas das atividades de ensino, de pesquisa, de desenvolvimento, de promoção e de transferências de tecnologias. O fato é que todo esse cenário complexo e dinâmico vai nos exigir ênfase no aprendizado permanente e interativo. Cada vez mais a inovação se faz protagonista! Gerar e incorporar essas inovações para constituir um sinal distintivo, que se traduza em maior competitividade com sustentabilidade, passa a ser um elemento-chave, capaz de assumir uma centralidade muito grande nesse processo de retomada da economia pós-pandemia, sobretudo, em um cenário em que a administração pública é fortemente dependente de repasses de recursos da União”, complementou Diego.

Para conhecer mais a Rede Agrinova Luz, assista ao vídeo institucional

Institucional Rede Agrinova Luz – YouTube

O evento on-line integrou a programação da 14ª Semana de Integração Tecnológica. A semana acontece de 9 a 13 de maio em Sete Lagoas, com atividades presenciais e virtuais.

A programação completa da 14ª SIT pode ser conferida no site 14ª SIT (sitintegracao.com.br)

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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