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Secretário sorrisense busca informações sobre mudanças no ICM…
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Mas afinal, o que muda?
Bem resumidamente, o texto aumenta o percentual de distribuição de ICMS de áreas como saúde e educação, mas reduz a distribuição conforme o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que ofertava mais recursos aos municípios mais pobres.
Pelas regras atuais, o governo fica com 75% do ICMS arrecadado no Estado e outros 25% são transferidos para os municípios a partir de uma série de critérios que são resumidos no Índice de Participação dos Municípios (IPM). A forma de cálculo do IPM foi modificada pelo governo.
Dos 25% pertencentes aos municípios, o governo é obrigado a transferir 75% do total com base no valor adicionado, índice que prevê a distribuição conforme o desempenho econômico de cada município. O restante do recurso no total de 11% é distribuído de acordo com o IDH de cada município, de modo que quanto menor o IDH maior o repasse. A lei atual também prevê que o governo distribua 5% do total aos municípios com base no número de unidades de conservação e de terras indígenas. Outros 4% são distribuídos conforme a quantidade da população, 4% conforme o desempenho da arrecadação de tributos e 1% conforme a área territorial.
Mudanças propostas
As novas regras que o governo quer adotar vão modificar completamente a forma como o ICMS é distribuído. Com o projeto, 65% serão transferidos conforme o desempenho econômico (valor adicionado), uma das alterações seria a inclusão de 15% para a educação conforme índice de desempenho e equidade no ensino fundamental.
O novo texto também determina que 8% seja distribuído conforme o desempenho do município na área de saúde, 5% segue indicadores de desempenho ambientais, resíduo sólido e tratamento de esgoto, 4% de acordo com índice de agricultura familiar e 3% a partir de avaliação de esforço de arrecadação própria de cada município.
Os critérios levantados pelo governo levaram em consideração a Emenda Constitucional 108/2020, que estabeleceu a alteração de percentual de distribuição do ICMS para garantir recursos para a educação. A EC determinou que os 75% transferidos conforme o desempenho econômico dos municípios sejam reduzidos para 65% e os 10% restantes distribuídos de acordo com o desempenho educacional.
O governo, no entanto, decidiu ir além ao que propõe a emenda e definiu que o valor a ser transferido deveria ser de 15%. Essas alterações serão feitas, conforme o projeto de lei, de forma gradativa. Começam em 2023 e chegarão a sua fase final em 2026.
Além do aumento do percentual da educação acima do que previa a emenda, o governo também extinguiu outros percentuais antes adotados. Entre eles o chamado ICMS ecológico, que era encaminhado aos municípios que possuíam unidades de conservação e terras indígenas em seus territórios. A forma de distribuição foi trocada pelo Índice Municipal de Meio Ambiente (IMA), que prevê desempenho em saneamento e gestão de resíduos sólidos.
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Sorriso oferta gratuitamente programa para qualificação de ex…
Lucas explica que conheceu o Peiex há cerca de um mês. Para ele, ficou claro que a possibilidade da exportação é viável para qualquer empresa. Contudo, no momento o foco está em captar informações e analisar a legislação uma vez que no momento depende da importação de matéria-prima. “O programa dá esse suporte, de enquanto empresa, podermos perceber melhor a movimentação do mercado local, nacional e global”, detalha.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Cláudio Oliveira, pontua que o Peiex é uma iniciativa da Apex-Brasil para preparar as empresas brasileiras para exportar seus produtos e serviços de forma planejada e segura, com a orientação gratuita de profissionais especialistas em comércio exterior.
Cláudio reforça que o Município tem a função de identificar as empresas interessadas na exportação de seus produtos. “Nossa missão é identificar as empresas que tenham interesse na exportação de seus produtos, com isso, uma equipe de profissionais da Apex-Brasil visita a empresa, realiza um estudo do produto, orienta o empresário, fornecendo todo o suporte necessário para a empresa conseguir exportar o seu produto”, ressalta.
Hoje, mais de 100 empresas mato-grossenses estão cadastradas no programa. A meta é gerar mais renda e emprego no Estado, independente do local de instalação das empresas.
O coordenador do polo de Sorriso do Peiex, Claudemilton de Oliveira Junior, frisa que o objetivo é alavancar a competitividade das empresas, disseminar a cultura exportadora, introduzir melhorias técnico-gerenciais e tecnológicas, promover a capacitação para a inovação e ampliar o acesso a produtos e serviços de apoio disponíveis às instituições de governo. “Podem participar empresas com produtos e serviços exportáveis, independente do porte e segmento, além de ter CNPJ ativos”, explica.
Empresários interessados em conhecer melhor o Programa de Qualificação para Exportação, podem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, localizada na Avenida Blumenau Sul, nº 1451, Rota do Sol, anexo ao Centro de Eventos Ari José Riedi, ou por meio do contato telefônico (66) 3545-8381.
Vale ainda lembrar que o Peiex é um programa gratuito de Qualificação, ofertado pela Apex-Brasil em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em Sorriso, o programa conta ainda com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Comercial e Empresarial de Sorriso (Aces).
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

