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VIGILÂNCIA ELETRÔNICA

Sanear investe em tecnologia para proteger o patrimônio público

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O furto de materiais como fios elétricos, luminárias, baterias entre outros bens diminuiu 90% com a implantação do CCO – Centro de Controle Operacional do Sanear, que monitora 24 horas as instalações das unidades da autarquia pública municipal.

Com investimento na ordem de R$ 800 mil, implantado a mais de um ano, o CCO, além da vigilância das agências comerciais, elevatórias de esgoto, poços artesianos, almoxarifado central, estação de captação de água no Rio Vermelho, estações de tratamento de água e esgoto em tempo real, monitora os equipamentos que controlam a vazão de água, nível de reservatórios, e bombas, dentre outros equipamentos de suma importância para o abastecimento de água e o funcionamento adequado da rede de esgoto.

Localizado na sede do Monte Líbano o CCO registra todos os movimentos através de câmeras de vigilância interligadas, por fibra ótica, e imediatamente à constatação de movimentos suspeitos a polícia é acionada para averiguação. Na última segunda-feira (14) o CCO apurou uma invasão na estação elevatória de esgoto da Vila Canaã, imediatamente a polícia foi acionada, via SIOSP, e o suspeito foi preso, sem causar prejuízo ao erário.

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O diretor presidente do Sanear Hermes Ávila de Castro salientou que o investimento vale a pena. “Com diminuição significativa dos furtos esse investimento tem poupado recursos e prejuízos para a população. Sempre que é furtado os equipamentos ou fiação elétrica de um local, como por exemplo um poço artesiano, o cidadão sofre com a falta de água. Já com o monitoramento dos equipamentos nas unidades, via CCO, imediatamente tomamos conhecimento de possíveis anomalias, isso facilita a tomada de decisão e proporciona maior eficiência na resolução dos problemas operacionais ”, completou.

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Município de Rondonópolis se prepara para previsão de seca extrema e altas temperaturas

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NoneFoto – Marcos Miraglia
A previsão de incidência do fenômeno Super El Niño, que deve elevar consideravelmente as temperaturas no segundo semestre de 2026, já começa a gerar mobilização no poder público em Rondonópolis. Diante dos comunicados recebidos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap) informou que tem atuado na tomada de decisões no início do ano para que o município possa sofrer o mínimo possível com essa situação alertada nos próximos meses.

O Boletim de Risco de Fogo, elaborado pela consultoria GMG Ambiental, por exemplo, apontou que as altas temperaturas previstas devem elevar os focos de calor na região em que Rondonópolis está inserido em até 80%, colocando em alerta máximo biomas como a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal. Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente, Álvaro Fachim, uma das ações com vistas a esse cenário em âmbito local é o trabalho de limpeza e abertura de aceiros em áreas com histórico de queimadas.

Outra ação com vistas a reduzir os espaços propensos a propagação de fogo é o trabalho de recolhimento de resíduos em pontos irregulares, seguindo uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira. O secretário informa que Rondonópolis possui mais de 20 bolsões de lixo, altamente propensos a proliferação de fogo, que estão sendo regularmente triados e limpos. Nesse contexto, o Município também tem reforçado a fiscalização para evitar o descarte irregular de resíduos.

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Com vistas a esse período de estiagem, Álvaro diz ainda que o Comitê de Combate ao Fogo já iniciou seus trabalhos em Rondonópolis e deve promover novas reuniões para detalhar as estratégias de enfrentamento às queimadas, em parceria com diversos órgãos. De antemão, ele diz que a convocação de brigadistas está sendo feita e que caminhões-pipas já estão disponíveis.

Além do poder público fazer sua parte, o secretário faz o pedido para que a população da cidade contribua diante dessa perspectiva, ajudando a prevenir focos de fogo, com limpeza de seus terrenos e evitando o descarte irregular de lixo. A intenção, segundo ele, é trabalhar para se aproximar do feito obtido em 2025, quando Rondonópolis teve uma redução de 87,05% de queimadas em relação a 2024.

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