AGRONEGÓCIO
Embrapa Amapá participa da Agrotins 2022 com livro sobre floricultura tropical na Amazônia
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A publicação será um dos atrativos da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins).
Uma abordagem detalhada do potencial de flores e plantas amazônicas para inovação do agronegócio da região Norte está reunida no livro digital “Floricultura tropical: técnicas e inovações para negócios sustentáveis na Amazônia“. Esta obra, editada pelo pesquisador Jorge Segovia, da Embrapa Amapá, é um dos atrativos da 22ª Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins). O evento acontece em Palmas, entre 10 e 14 de maio deste ano. Por meio de vários centros de pesquisas, a Embrapa está presente desde a primeira edição do evento e, mais uma vez, traz soluções tecnológicas e muitos resultados para o produtor rural.
Em um trecho do livro, Jorge Segovia destaca que “a Amazônia, com sua extensa floresta, possui um dos maiores estoques de bioprodutos do planeta, particularmente de espécies vegetais para as mais diversas aplicações, entre outras, as flores e plantas ornamentais”. E acrescenta que, no entanto, grande parte desses estoques são ainda desconhecidos. “Nos diversos ecossistemas amazônicos encontram-se, inclusive, espécies da flora nas quais estão presentes genes com as mais diversas propriedades e, possivelmente, de enorme valor à saúde da humanidade, aos interesses comerciais, florestais e paisagísticos”, observou o pesquisador. Como exemplo, ele cita os ipês, palmeiras, orquídeas, entre várias outras.
A publicação, em formato digital, reúne estudos de 12 autores vinculados a instituições como a Embrapa, o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará e a Universidade de Málaga, na Espanha. São nove capítulos distribuídos em 211 páginas, que tratam de temas como a flora amazônica e as potencialidades de inovação no agronegócio de flores e plantas ornamentais; caracterização das condições climáticas na Amazônia; características físico-químicas dos principais solos na Amazônia; princípios de nutrição e adubação para flores e plantas ornamentais tropicais; multiplicação por cultura de tecidos de flores e plantas ornamentais; viveiro para produção de mudas de flores e plantas ornamentais; evolução em paisagismo e floricultura tropical; plantas tóxicas utilizadas como ornamentais em jardinagem e paisagismo; mercado de flores e plantas ornamentais tropicais: estratégias para o desenvolvimento dos arranjos produtivos da floricultura na Amazônia.
Além de Jorge Segovia, são autores do livro Antônio Carlos Pereira Góes (Embrapa Amapá), Arlena Maria Guimarães Gato (Centro de Biotecnologia da Amazônia), Bruna Bárbara Maciel Amoras Orellana (Mestre em Ciências Florestais pela UnB), Francisco Nazaré Ribeiro de Almeida (Embrapa Amapá), Ivanete Lima e Silva (Instituto Estadual de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá), João da Luz Freitas (Instituto Estadual de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá), Jorge Breno Palheta Orellana (Secretaria Executiva do Ministério da Cidadania), Luis Isamu Barros Kanzaki (UnB), Magda Celeste Álvares Gonçalves (Mestre em Desenvolvimento Regional pela Unifap), Raullyan Borja Lima e Silva (Universidade Federal do Amapá) e Simone da Silva (Centro de Biotecnologia da Amazônia).
O pesquisador Gilberto Yokomizo, da Embrapa Amapá, ressaltou na apresentação da obra que o objetivo maior é acentuar a importância de alguns fatores de produção essenciais no agronegócio de flores e plantas ornamentais voltados principalmente para produtores, viveiristas, paisagistas, engenheiros- -agrônomos, engenheiros florestais, biólogos e agentes governamentais que buscam incrementar a exploração sustentável dos recursos naturais disponíveis e o desenvolvimento socioeconômico regional”. “A intenção deste livro é atuar como referência para a diversificação do agronegócio e o desenvolvimento da floricultura amazônica”, acrescentou.
Acesse o livro digital “Floricultura tropical: técnicas e inovações para negócios sustentáveis na Amazônia” neste link:
Fique por dentro da 22ª Agrotins
https://www.embrapa.br/agrotins-2022
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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.
Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.
Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.
Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

