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Sanear adquire equipamentos para agilizar mapeamento de redes de água e esgoto

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O Sanear concluiu o treinamento das equipes que vão operar os novos aparelhos de georadar adquiridos pela autarquia. Os equipamentos têm tecnologia importada e vão ajudar na atualização do mapeamento das redes de água e esgoto, no aprimoramento dos serviços de manutenção e nas ações de combate a fraudes no município.

Os aparelhos utilizam ondas eletromagnéticas para detectar tubulações de água e esgoto localizadas a até dez metros de profundidade. Com as informações é possível agilizar reparos na rede, reduzindo gastos e o tempo necessário para a execução dos serviços.

O presidente do Sanear, Paulo José Correia, explica que a autarquia foi pioneira no uso desta tecnologia no Estado. Segundo ele, os novos equipamentos são mais sensíveis, leves, práticos e podem ser conectados via WiFi com computadores, tablets e celulares – ampliando as possibilidades de utilização.

“Temos mais de três mil quilômetros de redes de água e esgoto, incluindo uma parte feita ainda na época da extinta Sanemat e que não consta nos bancos de dados. Com estes novos aparelhos vamos acelerar a atualização das informações, com georeferenciamento e outros dados fundamentais para melhorar a manutenção e o planejamento das políticas de saneamento”, explicou.

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Os aparelhos de georadar também vão ajudar a identificar ligações clandestinas e outros tipos de fraudes no município. Outra vantagem é que a nova versão gera arquivos que podem ser facilmente incorporados aos softwares já utilizados no Sanear na elaboração de projetos e planos de ação.

O treinamento foi realizado por um técnico que representa a empresa sueca que desenvolveu a nova tecnologia e envolveu trabalhadores que atuam no Sanear nos setores de combate de perdas, engenharia e manutenção das redes de água e esgoto.

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Município de Rondonópolis se prepara para previsão de seca extrema e altas temperaturas

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NoneFoto – Marcos Miraglia
A previsão de incidência do fenômeno Super El Niño, que deve elevar consideravelmente as temperaturas no segundo semestre de 2026, já começa a gerar mobilização no poder público em Rondonópolis. Diante dos comunicados recebidos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap) informou que tem atuado na tomada de decisões no início do ano para que o município possa sofrer o mínimo possível com essa situação alertada nos próximos meses.

O Boletim de Risco de Fogo, elaborado pela consultoria GMG Ambiental, por exemplo, apontou que as altas temperaturas previstas devem elevar os focos de calor na região em que Rondonópolis está inserido em até 80%, colocando em alerta máximo biomas como a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal. Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente, Álvaro Fachim, uma das ações com vistas a esse cenário em âmbito local é o trabalho de limpeza e abertura de aceiros em áreas com histórico de queimadas.

Outra ação com vistas a reduzir os espaços propensos a propagação de fogo é o trabalho de recolhimento de resíduos em pontos irregulares, seguindo uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira. O secretário informa que Rondonópolis possui mais de 20 bolsões de lixo, altamente propensos a proliferação de fogo, que estão sendo regularmente triados e limpos. Nesse contexto, o Município também tem reforçado a fiscalização para evitar o descarte irregular de resíduos.

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Com vistas a esse período de estiagem, Álvaro diz ainda que o Comitê de Combate ao Fogo já iniciou seus trabalhos em Rondonópolis e deve promover novas reuniões para detalhar as estratégias de enfrentamento às queimadas, em parceria com diversos órgãos. De antemão, ele diz que a convocação de brigadistas está sendo feita e que caminhões-pipas já estão disponíveis.

Além do poder público fazer sua parte, o secretário faz o pedido para que a população da cidade contribua diante dessa perspectiva, ajudando a prevenir focos de fogo, com limpeza de seus terrenos e evitando o descarte irregular de lixo. A intenção, segundo ele, é trabalhar para se aproximar do feito obtido em 2025, quando Rondonópolis teve uma redução de 87,05% de queimadas em relação a 2024.

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