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Presidente de bairro alerta sobre “Fake News Comunitária”

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George Ribeiro- presidente do bairro João Antônio Fagundes

As Fake News têm assumido proporções cada vez mais específicas, um exemplo disso é o relato do presidente do bairro e professor, George Ribeiro, que vem observando e registrando esse fenômeno moderno, exemplificando o que ocorre em seu próprio bairro, João Antônio Fagundes.

“No início, poderia ser considerada apenas mais uma fofoca maliciosa entre os moradores, mas algumas informações cresceram tanto que deixaram uma moradora em particular, desesperada, chegando ao ponto de ela pensar que teria que pagar uma taxa de R$7.000,00 pela escritura de sua casa, entregue gratuitamente pela prefeitura”, relatou o presidente.

George identificou a confusão em um grupo de WhatsApp com mais de 400 membros e agiu prontamente para contê-la. “Tive que contatar a secretária de Habitação durante o fim de semana para que ela enviasse um áudio ao grupo do bairro, esclarecendo a situação”, destacou o presidente, acrescentando que isso não é algo incomum na comunidade e que, quando essas mentiras se espalham, é muito difícil controlá-las.

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“O ideal é que as pessoas ajam com maturidade e responsabilidade em relação às informações, porque, até serem desmentidas, podem causar grande confusão. Perdemos tempo tendo que lidar com informações falsas. Penso até que isso deveria ser abordado nas escolas, para que as crianças não se tornem adultos com esse tipo de comportamento”, concluiu.

Aqueles que espalham Fake News e são identificados podem enfrentar consequências legais. As acusações podem variar de crimes contra a honra, como difamação e calúnia, a outros delitos, dependendo do contexto da desinformação disseminada.

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Município de Rondonópolis se prepara para previsão de seca extrema e altas temperaturas

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NoneFoto – Marcos Miraglia
A previsão de incidência do fenômeno Super El Niño, que deve elevar consideravelmente as temperaturas no segundo semestre de 2026, já começa a gerar mobilização no poder público em Rondonópolis. Diante dos comunicados recebidos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap) informou que tem atuado na tomada de decisões no início do ano para que o município possa sofrer o mínimo possível com essa situação alertada nos próximos meses.

O Boletim de Risco de Fogo, elaborado pela consultoria GMG Ambiental, por exemplo, apontou que as altas temperaturas previstas devem elevar os focos de calor na região em que Rondonópolis está inserido em até 80%, colocando em alerta máximo biomas como a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal. Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente, Álvaro Fachim, uma das ações com vistas a esse cenário em âmbito local é o trabalho de limpeza e abertura de aceiros em áreas com histórico de queimadas.

Outra ação com vistas a reduzir os espaços propensos a propagação de fogo é o trabalho de recolhimento de resíduos em pontos irregulares, seguindo uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira. O secretário informa que Rondonópolis possui mais de 20 bolsões de lixo, altamente propensos a proliferação de fogo, que estão sendo regularmente triados e limpos. Nesse contexto, o Município também tem reforçado a fiscalização para evitar o descarte irregular de resíduos.

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Com vistas a esse período de estiagem, Álvaro diz ainda que o Comitê de Combate ao Fogo já iniciou seus trabalhos em Rondonópolis e deve promover novas reuniões para detalhar as estratégias de enfrentamento às queimadas, em parceria com diversos órgãos. De antemão, ele diz que a convocação de brigadistas está sendo feita e que caminhões-pipas já estão disponíveis.

Além do poder público fazer sua parte, o secretário faz o pedido para que a população da cidade contribua diante dessa perspectiva, ajudando a prevenir focos de fogo, com limpeza de seus terrenos e evitando o descarte irregular de lixo. A intenção, segundo ele, é trabalhar para se aproximar do feito obtido em 2025, quando Rondonópolis teve uma redução de 87,05% de queimadas em relação a 2024.

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