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NOVOS DESAFIOS

Legislativo e Executivo: A independência dos poderes em benefício da população

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Com mais de 50% de renovação, sendo que 12 das 21 cadeiras serão ocupadas por novos eleitos e antigos parlamentares que voltam à Casa de Leis, a Câmara de Vereadores de Rondonópolis terá a partir de 1º de janeiro de 2025, duas missões iniciais: dar posse ao prefeito e vice-prefeito eleitos, Cláudio Ferreira (PL) e Dr. Altemar Lopes, do Podemos, e ainda, eleger a nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2026.

O que deve ser levado em consideração é a importância de um Legislativo forte e independente, que mantenha os interesses coletivos acima de quaisquer outros posicionamentos ideológicos partidários.

A formação da Mesa Diretora da Câmara Municipal é ponto importante diante das decisões tomadas pelo executivo.

Figuram como fatores decisivos neste momento, manter a isonomia do Poder Legislativo, buscando uma composição que possa oferecer um equilíbrio diante das situações mais adversas no decorrer da gestão.

Nos bastidores da política surgem alguns nomes protagonizando uma possível disputa pela presidência da mesa. Um deles é da novata -bancada da situação- Dra. Luciana Horta (PL). Outro nome ventilado é do empresário Ibrahim Zaher (MDB), que inclusive já presidiu a Câmara (2013/2014), naquela época Ibrahim estava no PSD.

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Outra aposta é o Dr. Manoel, do União Brasil (UB), que na condição de suplente, ocupou a cadeira de vereador pelo MDB, na atual legislatura, enquanto o vereador Adilson do Naboreiro respondia pela Secretaria Municipal de Agricultura.

No último domingo, Dr. Manoel conquistou a 18.o cadeira do Legislativo com 1.314 votos.

A Câmara de Vereadores deve manter a harmonia com o executivo, porém, sem deixar de ser independente. Só assim os parlamentares terão autonomia para atuar e fazer valer cada voto de confiança depositado nas urnas.

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Município de Rondonópolis se prepara para previsão de seca extrema e altas temperaturas

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NoneFoto – Marcos Miraglia
A previsão de incidência do fenômeno Super El Niño, que deve elevar consideravelmente as temperaturas no segundo semestre de 2026, já começa a gerar mobilização no poder público em Rondonópolis. Diante dos comunicados recebidos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap) informou que tem atuado na tomada de decisões no início do ano para que o município possa sofrer o mínimo possível com essa situação alertada nos próximos meses.

O Boletim de Risco de Fogo, elaborado pela consultoria GMG Ambiental, por exemplo, apontou que as altas temperaturas previstas devem elevar os focos de calor na região em que Rondonópolis está inserido em até 80%, colocando em alerta máximo biomas como a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal. Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente, Álvaro Fachim, uma das ações com vistas a esse cenário em âmbito local é o trabalho de limpeza e abertura de aceiros em áreas com histórico de queimadas.

Outra ação com vistas a reduzir os espaços propensos a propagação de fogo é o trabalho de recolhimento de resíduos em pontos irregulares, seguindo uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira. O secretário informa que Rondonópolis possui mais de 20 bolsões de lixo, altamente propensos a proliferação de fogo, que estão sendo regularmente triados e limpos. Nesse contexto, o Município também tem reforçado a fiscalização para evitar o descarte irregular de resíduos.

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Com vistas a esse período de estiagem, Álvaro diz ainda que o Comitê de Combate ao Fogo já iniciou seus trabalhos em Rondonópolis e deve promover novas reuniões para detalhar as estratégias de enfrentamento às queimadas, em parceria com diversos órgãos. De antemão, ele diz que a convocação de brigadistas está sendo feita e que caminhões-pipas já estão disponíveis.

Além do poder público fazer sua parte, o secretário faz o pedido para que a população da cidade contribua diante dessa perspectiva, ajudando a prevenir focos de fogo, com limpeza de seus terrenos e evitando o descarte irregular de lixo. A intenção, segundo ele, é trabalhar para se aproximar do feito obtido em 2025, quando Rondonópolis teve uma redução de 87,05% de queimadas em relação a 2024.

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