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Escola Frei Milton completa 26 anos nesse domingo (20) Foto: Assessoria

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Frei Milton Marques da Silva localizada na Rua Rua Sabará, nº 588 no bairro Vila Rica, completa 26 anos de fundação nesse domingo (20).

A escola foi a primeira unidade educacional construída naquela região e recebeu o nome do ex-professor e Padre Salesiano Lassalista, Frei Milton Marques da Silva.

Hoje a unidade atende cerca de 400 alunos, sendo o I ciclo completo e a 1ª fase do II ciclo do ensino fundamental, no período matutino e vespertino e a modalidade EJA (Ensino de Jovens e Adultos) no período Noturno são 40 alunos divididos no 1º e 2º Seguimento. Os alunos são todos moradores dos bairros vizinhos, sendo 36% do bairro Mathias Neves, 13% do Padre Lothar, 19% da Vila Rica, 4% do Antônio Geraldini, 14% do Paiaguás, 8% do João Moraes, 03%Melchiades Figueredo, 01%Jardim do Parque.

HISTÓRIA

De acordo com informações da comunidade, o bairro Vila Rica começou a ser povoado por volta de 1974, e as primeiras pessoas que lá chegaram foram: Sr. João Vaqueiro, Sr. Messias, Sr. Francisco, Sr. Bráulio, Dona Maria do Carmo, entre outros. No ano de 1994, já existia ali aproximadamente quinze famílias, entre elas: Maria Amarantes, Joana Ferreira, Marilda Paixão, Olival Mendes da Silva.

Por ser novo e se posicionar distante do centro da cidade, o bairro não oferecia infraestrutura adequada aos moradores, que estavam isolados dos demais. Então eles reivindicavam junto à associação de moradores da época: energia elétrica, água encanada, uma igreja e uma escola.

Esta era a maior preocupação das famílias que ficavam muito apreensivas quando seus filhos saiam todos os dias para estudar na Escola Municipal Aeroporto, situada à margem da BR-364, cujos filhos conviviam diariamente com o perigo da rodovia, devidos o grande tráfego de carretas e carros.

Conforme consta, o seu Olival Mendes da Silva, então Presidente da Associação de Moradores do Bairro à época, levou a reivindicação da construção da Escola à Secretária Municipal de Educação, Profª. Ivane Aparecida Borges Fonseca que justificou ser naquele momento, muito difícil construir a escola, pois o número de famílias no bairro anda era incipiente e não demandava os investimentos necessários.

Os moradores não desanimaram, pediram apoio a políticos dos quais os vereadores José Carlos do Pátio e Luciene Soares, que demonstraram interesse na luta e junto aos moradores, levaram a reivindicação aos órgãos competentes e cobraram sua execução.

No ano seguinte, 1995, o Prefeito José Rogério Salles autorizou a construção da Escola no bairro, numa área da Prefeitura, localizada na Rua Sabará.

Com a inauguração da Escola (1996), e o funcionamento da unidade vieram os primeiros professores Pedro Ângelo de Souza e Marli Xavier dos Santos. A escola atendia a pré-escola (04 e 05 anos) e da 1ª a 4ª série nos períodos matutino e vespertino, alé, da modalidade Ensino Supletivo (atual EJA 1º seguimento) como sala anexa da Escola Dercy, com o objetivo de atender a demanda na comunidade.

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De 1996 a 1998, a supervisão da Escola estava sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação, ou seja, era feita por um grupo de supervisores da SEMED que faziam supervisão itinerante visitando a escola para acompanhar o trabalho dos professores e alunos. Esse grupo era composto pelos supervisores: Marisa Inês, Profº Geovane Pereira, Luzinete Rodrigues, Profª Genialda Urçulina e outros.

A escola iniciou as atividades com turmas multisseriadas de 1ª e 2ª série vespertino 3ª e 4ª série matutino, com professor Pedro e com turma da Educação Infantil vespertino 04 e 05 anos com a professora Marli com o total de 55 alunos.

Em 1999/2000, a SEMED decidiu que a professora Dânia Maria Kuhn ficaria responsável para acompanhar a Escola de forma itinerante. Nesse período houve a colaboração de mais duas supervisoras, Dulcilene Rodrigues Fernandes e Maria Rita.

No ano de 1999 a unidade começa a atender a modalidade Educação de Jovens e Adultos, sendo encerrada em 2003. Todavia, ainda em 2000 a Rede Municipal de Educação adotou o modelo de Educação por Ciclo de Formação Humana com quatro escolas pilotos.

A transição da escola seriada para uma escola que organizava seu currículo em ciclos de formação humana trouxe muitas expectativas e resistências para os educadores da Rede. Exigiu-se muitos estudos e discussões, fóruns, debates, mesas redondas e muitas formações para que no ano de 2001 todas as escolas implantassem de forma gradativa os Ciclos. Tal decisão aconteceu a partir de dados que evidenciavam o elevado número de reprovação e evasão escolar, sobretudo nas 1ª séries do ensino fundamental.

A Professora Elcy Rosalves de Oliveira ficou como responsável pelo administrativo da escola e deu continuidade ao trabalho que já estava em andamento na unidade. Até o ano de 2001, a Supervisão da Pré Escola era feita por uma equipe da seção de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação, sob a responsabilidade da Professora Vera Lúcia Morais.

Com aumento do número de alunos no ano de 2002, a Escola teve sua primeira supervisora permanente, a Professora Marli Xavier dos Santos.

No ano de 2004/05 assumiu a escola, a supervisora concursada da rede municipal Luiza Maria Sena.

Com o crescimento do bairro, automaticamente, aumentaram-se os números de famílias, foi então que a partir de 2005, a Escola passou por uma ampliação e reforma, pois já não atendia a demanda de alunos. Segundo consta, por 03 anos consecutivos foram usadas salas anexas (02 anos no barracão comunitário e 01 ano numa sala alugada na Igreja Católica do bairro).

Com a ampliação em 2005, foi construída mais uma sala de aula, banheiros masculino e feminino para alunos e professores, um depósito, ampliação da área de circulação e onde era os banheiros foi feita uma salinha para coordenação. Em 2006, foi construída mais uma sala de aula, ficando a Escola com 04 salas de aulas..

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Em 2006 a professora Roseni Silva de Oliveira, lotada na Escola Alcides, a convite do Secretário Municipal de Educação Profº Dr. Javert Vieira de Melo, assumiu o cargo de coordenadora pedagógica e administrativa da Escola. Neste mesmo ano com a criação dos bairros: Antônio Geraldini (2009) e Padre Lothar II (2010), o número de alunos matriculados passou para 335, aumentando consideravelmente o número de turmas e, assume como coordenadora escolhida pelo Conselho escolar a Profª Genercy de Freitas Pardins. Ainda no ano de 2006 a servidora Maria Braga veio transferida para a Escola para ficar responsável pela secretaria.

Em 2010, houve na escola a 1ª eleição para diretor. Os candidatos foram: A professora Genercy de Freitas Pardins e professor Pedro Ângelo de Souza. A professora Genercy de Freitas Pardins-foi a primeira diretora eleita da Escola -2011 a 2012 sendo reeleita por mais dois mandatos ficando até o final de 2016 onde a mesma se aposentou.

Em 2010 a escola continuou a atender o EJA com salas do 1º e 2º ano do 1º segmento. Em 2011 permaneceu atendendo 3 salas em um total de 60 alunos, porém devido a evasão foi realizada a junção de duas salas, terminando o ano apenas com 2 salas.

No ano de 2015, além da educação infantil (4 e 5 anos), do I ciclo completo e 1ª fase do II Ciclo do Ensino Fundamental, voltamos a atender o 1º seguimento do EJA.

Em 2016, encerraram-se os atendimentos com a educação infantil de 04 e 05 anos, por motivo da construção da CMEI Mãe Margarida. Ainda em 2016 a unidade passou a oferecer os primeiros atendimentos na sala de Recursos AEE da Escola Frei Milton, já referenciada como polo da região.

Houve uma eleição em 2016, porém somente com um candidato sendo o Sr. Pedro Ângelo de Souza eleito para biênio de 2017/2018, para o biênio seguinte, nova eleição; agora entre Pedro Ângelo de Souza e Meyre de Almeida e Pedro Ângelo foi reeleito para o biênio de 2019/2020.

Em 2021 o Professor Pedro Ângelo de Souza foi nomeado pelo Prefeito José Carlos do Pátio para assumir mais um ano na gestão da referida escola.

Em 2022 o Prefeito José Carlos do Pátio nomeou o Professor Marcos Roberto Mesquita de Souza como gestor do biênio 2022 / 2023.

A coordenação pedagógica foi escolhida pela a SEMED e ficaram nomeadas as professoras Juliana da Silva Barbosa e Roselite Aparecida de Carvalho.

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Município de Rondonópolis se prepara para previsão de seca extrema e altas temperaturas

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NoneFoto – Marcos Miraglia
A previsão de incidência do fenômeno Super El Niño, que deve elevar consideravelmente as temperaturas no segundo semestre de 2026, já começa a gerar mobilização no poder público em Rondonópolis. Diante dos comunicados recebidos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap) informou que tem atuado na tomada de decisões no início do ano para que o município possa sofrer o mínimo possível com essa situação alertada nos próximos meses.

O Boletim de Risco de Fogo, elaborado pela consultoria GMG Ambiental, por exemplo, apontou que as altas temperaturas previstas devem elevar os focos de calor na região em que Rondonópolis está inserido em até 80%, colocando em alerta máximo biomas como a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal. Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente, Álvaro Fachim, uma das ações com vistas a esse cenário em âmbito local é o trabalho de limpeza e abertura de aceiros em áreas com histórico de queimadas.

Outra ação com vistas a reduzir os espaços propensos a propagação de fogo é o trabalho de recolhimento de resíduos em pontos irregulares, seguindo uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira. O secretário informa que Rondonópolis possui mais de 20 bolsões de lixo, altamente propensos a proliferação de fogo, que estão sendo regularmente triados e limpos. Nesse contexto, o Município também tem reforçado a fiscalização para evitar o descarte irregular de resíduos.

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Com vistas a esse período de estiagem, Álvaro diz ainda que o Comitê de Combate ao Fogo já iniciou seus trabalhos em Rondonópolis e deve promover novas reuniões para detalhar as estratégias de enfrentamento às queimadas, em parceria com diversos órgãos. De antemão, ele diz que a convocação de brigadistas está sendo feita e que caminhões-pipas já estão disponíveis.

Além do poder público fazer sua parte, o secretário faz o pedido para que a população da cidade contribua diante dessa perspectiva, ajudando a prevenir focos de fogo, com limpeza de seus terrenos e evitando o descarte irregular de lixo. A intenção, segundo ele, é trabalhar para se aproximar do feito obtido em 2025, quando Rondonópolis teve uma redução de 87,05% de queimadas em relação a 2024.

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