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Vereador Anderson Bananeiro de Rondonópolis é confrontado por colegas após críticas à secretária-adjunta de Agricultura

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POLÍTICA MT

A recente sessão ordinária da Câmara Municipal de Rondonópolis, realizada no dia 2, foi marcada por intensos debates sobre a atuação da secretária-adjunta de Agricultura, Katiane Salomão. Durante a discussão, a gestora enfrentou críticas e também recebeu apoio de alguns vereadores.

O vereador Anderson Bananeiro (PRD) foi uma das vozes mais críticas, argumentando que Katiane não tem atendido adequadamente às demandas apresentadas pelos parlamentares, principalmente no que diz respeito às necessidades da zona rural. Ele mencionou um suposto favorecimento a certos grupos e relatou que, para resolver questões, tem recorrido diretamente ao secretário de Meio Ambiente, Álvaro Fachin, “pulando” a adjunta.

Em contrapartida, o vereador Adilson do Naboreiro (MDB) defendeu Katiane, ressaltando que ela assumiu a pasta em um cenário de dificuldades e falta de recursos, e que tem se esforçado para realizar seu trabalho. Naboreiro também destacou que, ao contrário do que Bananeiro afirmou, Katiane tem se mostrado disponível para atender a todas as solicitações. Ele ainda mencionou que um dos assessores de Bananeiro havia estado na secretaria, mas não contribuiu para melhorias significativas na zona rural durante seu tempo na pasta.

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O vereador Wesley Cláudio (Novo) juntou-se à defesa de Katiane, elogiando sua capacidade de conduzir as ações da secretaria. Cláudio questionou a postura de Bananeiro, sugerindo que ele poderia estar buscando soluções imediatas para todas as demandas e insinuando que poderia haver questões pessoais entre os dois.Esse embate evidencia as tensões políticas e as diferentes perspectivas sobre a gestão da agricultura no município, refletindo as complexidades que envolvem o trabalho legislativo e a administração pública.

Fonte: Política

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POLÍTICA MT

Mauro mantém liderança e hoje Medeiros ficaria com a 2ª vaga;

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RDNEWS

Pesquisa veritá estimuladaO deputado federal e pré-candidato ao Senado, José Medeiros (PL), reduziu a vantagem do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que segue na liderança da corrida eleitoral em Mato Grosso. Medeiros aparece como o segundo nome mais citado na modalidade estimulada da pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá, na quinta-feira (7). A eleição para o Senado terá duas vagas em disputa para mandato de oito anos e, no atual cenário, o parlamentar desponta entre os favoritos para conquistar a segunda cadeira.

Neste cenário, quando se é apresentado o nome dos pré-candidatos como primeiro voto, Medeiros apareceu com 29,5% das intenções de voto, um crescimento expressivo em relação aos 22,2% da pesquisa anterior. Com isso, reduziu drasticamente a distância para Mauro, que aparece com 30,7%, gerando um empate técnico.

Montagem/Rdnews

Mauro Mendes e José Medeiros disputa ao Senado 2026

 Ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal José Medeiros (PL)

Abaixo estão a deputada Janaina Riva (MDB) com 13,2%; senador Carlos Fávaro (PSD) com 8%; produtor rural Antonio Galvan (Avante) com 6,2%; senador Jayme Campos (União BrasiL) com 4,9%; Margareth Buzetti (PP) com 2,5%. Ela ainda é seguida pela ex-federal Rosa Neide (PT) e pelo ex-senador Pedro Taques (PSB), com 2,2% e 2,1%. Brancos e nulos e os que não responderam somam 12%.

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Veritá/Rdnews

Pesquisa veritá espontânea

  Espontânea

Já na espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Medeiros saltou de 18% para 23,7% das intenções de voto. Mauro segue líder com 41%, mesmo tendo perdido 6%. A deputada Janaina segue em terceiro com 14,1%, registrando perda de 0,5%. Os dados ainda indicam que outros citados não ultrapassaram 10%, sendo eles: senadores Fávaro e Wellington Fagundes (PL), tem 9% e 7,1%. Enquanto Galvan tem 2,4% empatado tecnicamente com ex-senador Pedro Taques (PSB), deputada federal Coronel Fernanda (PL), Otaviano Pivetta (Republicanos) e Jayme Campos (União Brasil), com 0,4% e 2,4%.

Pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 30 de abril deste ano, com 1.220 entrevistados. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob número MT-01285/2026.

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