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MPMT e UFR promovem concurso ‘Audiovisual e Educação Socioambiental’
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Preparem as câmeras e atentem o olhar sobre as diversidades ambientais em Rondonópolis. Será lançado no mês de maio o 1º Concurso de Audiovisual e Educação Socioambiental, com o tema “Por um grito, eu canto: alternativas socioambientais para Rondonópolis”.
A iniciativa é do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP/MT), por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística da comarca de Rondonópolis, em parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), representada pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) “Estamira Gomes de Sousa”.
O objetivo é incentivar a sociedade rondonopolitana, com narrativas audiovisuais, a refletir e construir propostas práticas de curto, médio e longo prazos. Temas como educação, saúde e segurança ambiental e elaboração de políticas de despoluição dos rios e córregos urbanos, preservação das nascentes, entre outros, que alertem para os perigos da deposição irregular de lixo, queimadas urbanas, a supressão irregular de vegetação, os maus-tratos e abandono de animais e terrenos baldios serão abordados.
“Queremos voltar o olhar para a importância da educação ambiental no desenvolvimento de práticas comprometidas com a manutenção da vida, com a urgência do recuo da mentalidade e de dispositivos que agridem o meio ambiente”, explica a coordenadora do projeto, professora doutora Priscila de Oliveira Xavier Scudder.
Serão mais de R $150 mil reais em prêmios divididos em três categorias: sociedade civil; estudantes do ensino médio e estudantes universitários.
O edital contendo todas as informações será divulgado no dia 05 de maio, a partir das 20h, durante o evento de lançamento do concurso, no auditório da Universidade Federal de Rondonópolis, localizado na Avenida dos Estudantes – bairro Cidade Universitária.
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Justiça indefere pedidos e marca audiência em processo de vereador
Em conformidade com a manifestação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) na ação penal ajuizada contra o vereador por Cuiabá e policial militar da reserva tenente-coronel Marcos Eduardo Ticiane Paccola, a Justiça não admitiu como assistente de acusação Janaína Maria Santos Cícero de Sá Caldas, indeferiu o pedido da defesa acerca da reprodução simulada dos fatos (reconstituição) e designou audiência de instrução e julgamento para o dia 31 de outubro de 2022, às 14h. A decisão foi proferida na tarde desta segunda-feira (12).
O vereador foi denunciado em julho deste ano por homicídio duplamente qualificado (mediante utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por motivo torpe) praticado contra o policial penal Alexandre Miyagawa de Barros.
Em agosto, o Núcleo de Defesa da Vida do MPMT se manifestou contrário à habilitação como assistente de acusação formulado por Janaína Caldas, na condição de convivente da vítima Alexandre Miyagawa de Barros. Conforme o MPMT, embora Janaína Caldas tenha requerido a habilitação como assistente de acusação na condição de convivente da vítima, não apresentou nenhum documento ou quaisquer outros elementos de convicção que comprovassem o alegado vínculo. O argumento foi acatado pelo juízo da 12ª Vara Criminal de Cuiabá.
A respeito do pedido da defesa do vereador, o MPMT argumentou ser “totalmente desnecessária a reprodução dos fatos, sobretudo porque o crime foi gravado pelas câmeras existentes no local, cujas imagens são claras e demonstram à saciedade toda a dinâmica delituosa”. E acrescentou ser evidente que o “requerimento da defesa tem o único e reprovável intuito de atrasar o andamento processual”, uma vez que não existiria razão para reproduzir um crime filmado.
O Núcleo de Defesa da Vida pediu ainda a designação de audiência de instrução, o que também foi atendido. Conforme a decisão, a audiência inicialmente será presencial, podendo ser realizada por videoconferência caso o MPMT e a defesa manifestem o desejo por isso.
Fonte: MP MT

