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Cursos de Mediação de Conflitos Escolares serão lançados nesta segunda

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Tribunal de Justiça e a Secretaria de Estado de Educação realizam nesta segunda-feira (06), às 14h, no auditório das Promotorias de Justiça de Cuiabá, o lançamento dos cursos de Mediação de Conflitos Escolares e Facilitadores de Círculos de Construção de Paz. O evento é destinado a gestores das unidades escolares dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. A discussão ocorrerá de forma híbrida, com transmissão ao vivo pelo canal do MPMT do Youtube.

De acordo com a programação, além do lançamento dos cursos ocorrerão palestras com a participação de representantes dos órgãos envolvidos. Entre eles, a desembargadora Clarice Claudino da Silva, presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur); o desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec); e o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira.

Também participam do evento o secretário de Estado de Educação, Alan Resende Porto; o coordenador do Nugjur, juiz Túlio Duailibi Alves de Souza; a coordenadora do Nupemec, juíza Cristiane Padim da Silva; o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior; a gestora do Cejusc de Primavera do Leste, Marina Soares Vital Borges e a secretária-adjunta de Gestão Regional da Seduc, Alcimaria Ataídes da Costa.

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O novo curso de Solução de Conflitos Escolares qualifica professores, coordenadores e diretores de escolas públicas estaduais a usar técnicas de mediação e círculos de construção de paz para solucionar conflitos como indisciplina, violência e intolerância nas unidades de ensino. A iniciativa é uma parceria do MPMT, TJMT e Seduc.

O primeiro termo de cooperação técnica para realização da capacitação, ainda como projeto-piloto, foi assinado no ano de 2017. Posteriormente, foram formalizados dois aditivos, sendo o último assinado em agosto de 2020. Contudo, em razão da pandemia da Covid-19 e a consequente suspensão das aulas, o curso não ocorreu.

Para 2022, a ideia é ampliar o projeto para todo o estado e também para as escolas da rede pública municipal de Cuiabá e de Várzea Grande. Nas outras duas edições do curso, 44 profissionais da educação foram certificados.

Fonte: MP MT

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Justiça indefere pedidos e marca audiência em processo de vereador

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Em conformidade com a manifestação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) na ação penal ajuizada contra o vereador por Cuiabá e policial militar da reserva tenente-coronel Marcos Eduardo Ticiane Paccola, a Justiça não admitiu como assistente de acusação Janaína Maria Santos Cícero de Sá Caldas, indeferiu o pedido da defesa acerca da reprodução simulada dos fatos (reconstituição) e designou audiência de instrução e julgamento para o dia 31 de outubro de 2022, às 14h. A decisão foi proferida na tarde desta segunda-feira (12).

O vereador foi denunciado em julho deste ano por homicídio duplamente qualificado (mediante utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por motivo torpe) praticado contra o policial penal Alexandre Miyagawa de Barros.

Em agosto, o Núcleo de Defesa da Vida do MPMT se manifestou contrário à habilitação como assistente de acusação formulado por Janaína Caldas, na condição de convivente da vítima Alexandre Miyagawa de Barros. Conforme o MPMT, embora Janaína Caldas tenha requerido a habilitação como assistente de acusação na condição de convivente da vítima, não apresentou nenhum documento ou quaisquer outros elementos de convicção que comprovassem o alegado vínculo. O argumento foi acatado pelo juízo da 12ª Vara Criminal de Cuiabá.

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A respeito do pedido da defesa do vereador, o MPMT argumentou ser “totalmente desnecessária a reprodução dos fatos, sobretudo porque o crime foi gravado pelas câmeras existentes no local, cujas imagens são claras e demonstram à saciedade toda a dinâmica delituosa”. E acrescentou ser evidente que o “requerimento da defesa tem o único e reprovável intuito de atrasar o andamento processual”, uma vez que não existiria razão para reproduzir um crime filmado.

O Núcleo de Defesa da Vida pediu ainda a designação de audiência de instrução, o que também foi atendido. Conforme a decisão, a audiência inicialmente será presencial, podendo ser realizada por videoconferência caso o MPMT e a defesa manifestem o desejo por isso.

Fonte: MP MT

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