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Mato Grosso vai reduzir desmatamento a zero até 2020

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Durante a Conferência do Clima (COP 21), que é realizada neste mês em Paris, na França, o Governo de Mato Grosso apresentará uma ousada estratégia para a redução de emissões de CO2 que pode chegar a seis giga toneladas, em 2030. Tudo isso aliado com o aumento da produção, conservação florestal, inclusão socioeconômica da agricultura familiar e populações tradicionais na luta pela sustentabilidade. O estado terá desmatamento zero já em 2020, dez anos antes da meta apresentada pelo Brasil.

Na visão de futuro a ser apresentada na COP 21, Mato Grosso trabalha com o tripé: produzir, conservar e incluir. Para o sucesso da estratégia, o Estado estima investimento total de R$ 39 bilhões, em 15 anos. Os recursos virão do Governo do Estado, Governo Federal, fundos de investimentos estrangeiros e da iniciativa privada. “A estratégia de Mato Grosso é ambiciosa e só é possível com essa união de forças”, declarou o governador Pedro Taques.

No eixo produzir, a estratégia prevê a substituição de 6 milhões de hectares de pastagens de baixo rendimento por cultivos de alta produtividade, sendo 3 milhões de hectares para grãos (soja, milho e algodão); 2,5 milhões de hectares para a pecuária e meio milhão para floresta plantada. O objeto neste primeiro eixo também é alcançar 6 milhões de hectares de florestas nativas sob manejo florestal sustentável.

“Vamos aumentar nossa produtividade sem derrubar uma árvore sequer. Existem estudos que mostram que dentro desses 40% de área que já estão em uso é possível usar 16 milhões de hectares para a produção. Hoje, Mato Grosso produz 52 milhões de toneladas de grãos, a estimativa é de que com o uso dessa área possamos chegar a 90 milhões de toneladas, quase metade das 200 milhões de toneladas que o Brasil produz atualmente”, disse Taques.

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No segundo eixo, o conservar, a estratégia é de manter 60% de cobertura vegetal nativa. Ao mesmo tempo reduzir o desmatamento em 90% na floresta e 95% no cerrado. A meta também prevê o fim do desmatamento ilegal até 2020, além da compensação de 1 milhão de hectares de áreas passíveis de desmatamento legal e a recuperação de 2,9 milhões de hectares de Área de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL).

O Estado também vai cadastrar 90% dos imóveis rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR), até 2016, com a validação de 100% das inclusões até 2018. O mesmo eixo também prevê a regularização de 5,8 milhões de hectares de Reserva Legal, sendo que 1,9 milhão de hectares será feita recomposição até 2030.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Ana Luiza Peterlini, destacou que o governo já atua para elevar o número de imóveis rurais com o CAR. “Nós propomos a chegar com o desmatamento zero já em 2020, enquanto a União fez uma proposta de liquidá-lo em 2030, temos dez anos de vantagem. Além disso, o Governo Federal apresentou uma proposta de recuperar 12 milhões de hectares de passivos e nós vamos recuperar 2,9 milhões de hectares até 2030”, pontuou.

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Inclusão social

A visão social não ficou de fora da estratégia e faz parte do eixo inclusão. O governo pretende trabalhar em dois sub-eixos: produção e inclusão no mercado e regularização fundiária.

Para aumentar a produção da agricultura familiar, o governo pretende ampliar o atendimento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da agricultura familiar de 30% para 100% das famílias até 2030; e aumentar a participação da agricultura familiar no mercado interno de 20% para 70% até 2030.

Como consequência, o governo prevê a ampliação da participação dos produtos de agricultura familiar nos mercados institucionais de 15% para 30% até 2030 e se propõe a aumentar o acesso a crédito de R$ 411 milhões para R$ 1,3 bilhão/ano dentro de 15 anos.

O secretário de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária, Suelme Fernandes, destacou o fato do Estado ter incluído na proposta as 109 mil famílias que vivem no campo, nos mais de 700 assentamentos presentes em Mato Grosso.

“Pela primeira vez a agricultura familiar pode sentar à mesa e participar das discussões que vão definir o seu futuro. Esse resultado tem a marca e a importante participação deste segmento organizado, isso é um diferencial na construção destas propostas que serão apresentadas por Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Governo de MT investe mais de R$ 300 milhões em infraestrutura em Rondonópolis

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O Governo de Mato Grosso realiza investimentos que superam R$ 300 milhões em obras de infraestrutura no município de Rondonópolis. São ações que contemplam o asfaltamento de rodovias que ligam a cidade até distritos e comunidades, asfalto novo e recuperação nos distritos industriais, além de uma nova ponte sobre o Rio Vermelho.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), o Governo está finalizando a pavimentação de três rodovias que ligam importantes localidades, que antes não tinham uma via asfaltada para chegar até a sede municipal.

É o caso da MT-383, que liga Rondonópolis, a partir do Parque de Exposições, até a comunidade de Três Pontes e a Vila Naboreiro. A obra está pronta e recebeu um investimento de R$ 46,5 milhões para asfaltar 27,8 quilômetros.

O asfaltamento de 42,3 km da MT-471, que dá acesso ao Assentamento Carimã, também está sendo concluído. É um investimento de R$ 43,3 milhões, que também vai estimular o turismo na região, conhecida por um complexo com cachoeiras, trilhas e balneários.

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Com um investimento de R$ 38,6 milhões, a obra para asfaltar a estrada que dá acesso à Comunidade do Miau a partir do Praia Clube também está na reta final. São asfaltados 29,12 km, beneficiando também moradores da Gleba Rio Vermelho, que estão no local desde 1990.

As obras do Governo também trazem benefícios dentro da área urbana, com a construção de uma nova ponte sobre o Rio Vermelho e a extensão da Avenida W11. As duas ações representam um investimento de R$ 30,5 milhões, garantindo a quarta ligação entre os dois lados da cidade.

Também foram firmados convênios com a prefeitura de Rondonópolis. Dois deles foram destinados a recuperar e asfaltar ruas dos distritos industriais do município. Um deles garantiu R$ 68,5 milhões, sendo R$ 50 milhões do Estado para o distrito antigo, e outro garantiu R$ 65,3 milhões, sendo R$ 60 milhões da Sinfra-para asfaltar o Distrito Vetorasso, obras já em fase final.

Outros convênios firmados com o municípios garantem a construção da Feira do Jardim Atlântico, aquisição de academias ao ar livre, instalação de 20.684 luminárias do Programa MT Iluminado, entrega de máquinas, revitalização de campos de futebol e praças públicas.

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Fonte: Governo MT – MT

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