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Setores produtivo e político se mobilizam contra invasões de terras

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Mais de 150 agricultores, pecuaristas, lideranças rurais e políticos estiveram reunidos em Guaíra nesta terça-feira (23.07) para discutir as consequências das invasões de terras e as ações necessárias para enfrentar a situação.

Atualmente, cinco áreas no Paraná estão ocupadas por indígenas, sendo três em Terra Roxa e duas em Guaíra. Embora a justiça tenha concedido reintegração de posse em alguns casos, as autoridades estaduais e federais ainda não tomaram medidas efetivas para resolver a questão.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e sindicatos rurais se reuniram com o Sistema Faep/Senar-PR e outras entidades do setor para exigir uma resposta imediata das autoridades e garantir a segurança jurídica dos produtores rurais.

Durante o encontro, Mar Sakashita, diretor do Sistema Sistema Faep/Senar-PR e presidente do Sindicato Rural de Mariluz, enfatizou a importância da união dos produtores e cobrou o cumprimento do Marco Temporal, que limita as demarcações de terras indígenas à data da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.

“Estamos discutindo essa situação desde 2008, e o Sistema Sistema Faep/Senar-PR sempre vem dando suporte jurídico. Hoje, mais uma vez, vemos a importância da união da classe, pois um produtor só não consegue ter voz ativa. Essa ação pode trazer resultados para o Brasil inteiro. Estamos trabalhando incessantemente em soluções para esses impasses e pelo respeito à propriedade privada”, afirmou Sakashita.

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Silvanir Rosset, presidente do Sindicato Rural de Guaíra, também destacou a urgência de medidas efetivas para proteger os produtores da região. “Pedimos que sejam tomadas medidas efetivas. Nossos produtores estão exaustos dessa insegurança, do descaso com todas essas invasões.

O problema só cresce, se não houver uma providência, a atividade agropecuária está ameaçada. Nosso município e a região dependem do agronegócio, motor da nossa economia. Não é um problema de quem tem terra invadida, é um problema de todos nós”, reforçou Rosset.

O deputado federal e presidente da FPA, Pedro Lupion, anunciou que está negociando com o governo do Paraná para obter autorização federal para que a Polícia Militar do Estado (PM-PR) possa realizar as reintegrações de posse, mesmo em áreas de fronteira.

“A FPA tem capacidade política de pressão e articulação e de influenciar as decisões que estão sendo tomadas. Nós estamos tentando buscar uma solução para que a PM possa fazer as reintegrações e, principalmente, que Brasília entenda a gravidade do que está acontecendo aqui”, afirmou Lupion.

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Durante o encontro, diversos produtores relataram as dificuldades enfrentadas devido às invasões, como a falta de previsibilidade no planejamento financeiro e os obstáculos na comercialização e acesso ao seguro rural e financiamentos. A senadora e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, participou da reunião por videoconferência e adiantou que fará parte de uma comissão no Supremo Tribunal Federal (STF) para encontrar soluções definitivas para o problema.

“A situação é delicada, mas estamos tentando achar uma equação para que possamos manter a paz no campo. O Marco Temporal é o posicionamento dos deputados, senadores, federações e CNA. Não vamos admitir retrocessos nesse tema”, advertiu Tereza Cristina.

Fonte: Pensar Agro

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Prefeitura realiza chamamento público e fomenta agricultura familiar

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Ao optar pela produção local, Executivo garante produtos de qualidade na merenda e incentiva a fixação e gera renda aos produtores no campo

A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta segunda-feira (5), o credenciamento, por meio de chamamento público dos produtores da agricultura familiar, que atenderão ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) dentro do Município.

Segundo a coordenadora de inspeção da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Kelly Enciso Alves, a ação visa aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural, além de garantir a segurança alimentar dentro das escolas.

“É importante garantirmos ações como essas para a economia e renda da agricultura familiar do nosso Município, além disso estamos colaborando para uma alimentação de qualidade, garantindo a segurança alimentar para nossas crianças com produtos genuinamente várzea-grandense”, disse Kelly.

A agente de contratação da Secretaria de Administração, Dalciney Fidelis Nogueira, relata que a ação visa fomentar a economia local. “Nosso Município ganha muito ao incentivar a agricultura familiar, o trabalho do campo, e principalmente, garantindo uma alimentação saudável aos alunos da rede municipal”, conta.

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O presidente da Cooperativa de Comercialização de Agricultores Familiares de Economia Solidária e Extrativismo da Baixada Cuiabana (Coopeveg), com sede em Várzea Grande, Laudêncio Bispo Evangelista, explicou que a cooperativa é composta por aproximadamente 107 cooperados e tem como um dos principais focos a distribuição de alimentos à alimentação escolar.

“Produzimos produtos como melão, melancia, abóbora, quiabo e diversas folhas, garantindo que eles cheguem com qualidade para as escolas do nosso Município. O PNAE ajuda muito os produtores que estão diariamente trabalhando e colaborando com o desenvolvimento de Várzea Grande”, afirmou Laudêncio Bispo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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