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Visita na Paraíba mostra potencial do algodão orgânico para produtores nacionais

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O gerente de sustentabilidade da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (ABRAPA), Fábio Carneiro, se encontra, nesta quarta-feira, 25, com representantes de organizações de pequenos produtores do Assentamento da Reforma Agrária Margarida Maria Alves, no Município de Juarez Távora, no agreste paraibano. A convite da Embrapa Algodão, ele vai conhecer também de perto experiências fomentadas pela Rede Borborema de Agroecologia, no Assentamento Queimadas, no município de Remígio.

Segundo informações do pesquisador Marenilson Batista, que organiza a visita, a presença de Carneiro na Paraíba é parte de uma série de articulações institucionais no sentido de proporcionar um maior conhecimento do modelo de produção de algodão orgânico que está sendo produzido no Semiárido da Paraíba, fortemente apoiado pela estatal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Ontem Fábio Carneiro esteve o dia inteiro na sede da Embrapa, em Campina Grande (PB), quando participou de uma série de reuniões com parceiros da cadeia produtiva do algodão orgânico. No período da tarde ele manteve reunião com equipe técnica do centro de pesquisas e conheceu ainda detalhes do Laboratório de Fibras e do trabalho com mecanização agrícola para a pequena cotonicultura.

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Na segunda-feira, 23, a visita se concentrou em João Pessoa (PB) onde Carneiro e comitiva visitaram as instalações da empresa têxtil Norfil, na região do Distrito Industrial da capital. A fábrica é pioneira na certificação BCI e começou a produzir um fio mais sustentável e investiu na adoção de melhores práticas de cultivo e produção.

O grupo visitou também o Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção, onde pode conhecer as inovações tecnológicas que deram origem ao denim (usado na produção de um tecido concorrente do jeans), obtido com a cultivar BRS Rubi, desenvolvida pela Embrapa. A nova tecnologia faz com que a indústria possa prescindir do processo de tingimento, diminuindo, significativamente, o uso água em sua fabricação, se comparado ao tradicional índigo blue.

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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