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Técnicos recebem capacitação sobre implantação de lavouras forrageiras no Semiárido

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Técnicos extensionistas que atuam no projeto Forrageiras para o Semiárido (Embrapa/ Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil-CNA) participam, nesta semana, do I Curso de Capacitação da segunda fase do projeto. O curso, realizado em formato virtual, tem como objetivo alinhar compreensão e métodos de manejo sobre lavouras forrageiras anuais, implantadas nas 12 Unidades de Referência Tecnológicas (URTs) do projeto, distribuídas entre os nove estados da região Nordeste e na região Norte de Minas Gerais.

Na capacitação, que prosseguirá até sexta-feira (24), os participantes terão módulos de aprendizado sobre manejos para formação de cultura anual, ensilagem e adubação, além de técnicas para coleta e análise de solos e para avaliação de culturas anuais, silagem e cactáceas. O objetivo é otimizar o desempenho das culturas como suporte forrageiro para manutenção da capacidade dos pastos durante o período seco do ano.

Nesta segunda fase do projeto Forrageiras para o Semiárido, a novidade será a inserção de animais nas URTs, que serão distribuídos em regiões com melhor aptidão para as espécies. Os ovinos estarão em URTs da Bahia, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte; bovinos de corte na Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Piauí; bovinos de leite em Alagoas, Ceará, Pernambuco e Sergipe.

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“As espécies de animais serão inseridas em URTs que têm diferentes condições de precipitação e solo. Assim, esperamos avaliar, para cada espécie animal, quais as forrageiras com melhor desempenho para condições de sequeiro”, destaca o pesquisador Roberto Cláudio Pompeu, da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral/CE), líder do projeto de pesquisa que avaliará o desempenho das forrageiras nesta segunda fase e um dos instrutores da capacitação.

Além de Roberto Cláudio, o curso tem como instrutores os pesquisadores Henrique de Souza (Embrapa Meio-Norte – Teresina/PI) e Tadeu Voltolini (Embrapa Semiárido – Petrolina/PE) e os professores Magno Cândido e Aníbal Rego, ambos da Universidade Federal do Ceará. Segundo Roberto Cláudio, há a previsão de um segundo curso, com conteúdo sobre manejo de pastagens, avaliação de animais em pasto e custos de produção no período em que os animais entrarem nas áreas de pastagem, o que deverá acontecer entre os últimos meses de 2022 e início de 2023.

A abertura do curso, que aconteceu na segunda-feira (20), teve a participação da chefe-geral da Embrapa Caprinos e Ovinos, Ana Clara Cavalcante; do pesquisador Roberto Pompeu; do pesquisador Henrique de Souza; do coordenador do Projeto Forrageiras para o Semiárido na CNA, Humberto Miranda; além de representantes de Federações da região Nordeste e da equipe do Instituto CNA, incluindo os técnicos de campo.

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Com informações da Assessoria de Comunicação CNA

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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