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Restauração produtiva e erva-mate sombreada podem ser opções para projetos do Programa de Conversão de Multas Ambientais

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A experiência da Embrapa Florestas no âmbito do Observatório dos Sistemas Tradicionais e Agroecológicos de Erva-mate foi apresentada durante oficina sobre elaboração de projetos para o Programa de Conversão de Multas Ambientais, realizada pelo Ibama, em parceria com a Funai, de 23 a 26 de maio.

Prevista na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), a conversão permite ao autuado por infrações ambientais ter a multa substituída pela prestação de serviços de preservação, melhoria e recuperação do meio ambiente. O processo acontece por meio de submissão de projeto ou adesão a projetos já existentes, divulgados em editais do Ibama.

O objetivo da oficina foi capacitar e discutir propostas para submissão a esses editais. “As experiências sobre restauração produtiva e erva-mate sombreada são vistas pela Funai e Ibama como adequadas para serem utilizadas nos projetos a serem submetidos ao Ibama”, explica o pesquisador André Biscaia, da Embrapa Florestas, que fez a apresentação. Segundo o pesquisador, “os resultados das pesquisas que começaram em Caçador com modelos de restauração produtiva e erva-mate sombreada se tornaram referência para órgãos como Ibama e Funai, que utilizam nossos trabalhos como modelos de restauração e sistemas de produção sustentáveis. Isso é fruto de vários anos de pesquisa participativa com agricultores familiares, comunidades tradicionais e comunidades indígenas”.

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A oficina foi dirigida a lideranças das Terras Indígenas de Boa Vista, Faxinal, Rio Areia, Rio das Cobras, Ivaí, Marrecas e Mangueirinha, Organizações da Sociedade Civil CEDerva, Gralha Azul e Outro Olhar, além da Funai, Embrapa e Guayaki Indústria de Erva-mate.

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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