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Publicação evidencia importância do Herbário IAN para a ciência

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As consultas às coleções botânicas do histórico Herbário IAN, da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA), e o constante aumento do número de espécimes e atualização do acervo reforçam o papel da instituição como referência nacional e internacional no cenário das pesquisas científicas relacionadas a plantas, suas origens, identificação e classificação.

É o que demonstra a mais nova publicação técnico-científica da empresa sobre o tema, intitulada A contribuição do Herbário IAN da Embrapa Amazônia Oriental às pesquisas técnico-científicas (já disponível na internet com acesso livre aqui). O documento apresenta um panorama recente da movimentação de demandas por identificação de espécies, visitas de especialistas do Brasil e exterior e intercâmbio de material botânico, consideradas as três atividades centrais do herbário.

A autora Helena Joseane Raiol Souza, analista da Embrapa Amazônia Oriental, destaca que o Herbário IAN é atualmente o terceiro maior da Amazônia e o sétimo do Brasil, mas sua importância se eleva à medida que são descobertos, em meio à coleção comum, “tipos nomenclaturais” – espécimes que serviram de base para sua nominação e classificação científica, portanto consulta obrigatória nas revisões taxonômicas.

Parceria científica

“Os herbários considerados mais importantes são também os que colecionam o maior número de tipos nomenclaturais. No Herbário IAN há uma coleção especial deles, com três mil exemplares, acondicionados em capas vermelhas que os distinguem visualmente dos demais espécimes colecionados”, explica Helena, contando ainda que “no trabalho de reorganização do acervo, a equipe do herbário recebe especialistas em grupos botânicos variados, em uma parceria que deixa o acervo do herbário bem atualizado”.

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As coleções do herbário IAN fornecem dados relevantes, de reconhecida credibilidade na comunidade científica, para estudos desenvolvidos em áreas diversas. De acordo com o documento recém-publicado, só de exsicatas, que são exemplares de plantas desidratadas (secas, prensadas e coladas em papel), há 201 mil, devidamente catalogadas e armazenadas, constituindo o material básico necessário para identificação de espécies vegetais, como as florestais, madeireiras, medicinais, apícolas e corantes, entre outras do bioma Amazônia.

Coleções & pesquisa

A publicação demonstra que pesquisas acadêmicas ou científicas foram o principal motivo dos pedidos que chegaram ao herbário a partir de 2018 para identificação botânica, em seguida inventários florestais ou florístico e outros interesses, como comerciais ou curiosidade. “Se não for possível identificar por comparação com os exemplares do herbário, fotografamos em alta resolução e enviamos para especialistas até conseguirmos fazer a identificação”, garante Helena.

Há ainda coleções menores, que dão suporte à identificação de frutos, flores e sementes, além de fungos. O herbário também atrai consultas por manter uma xiloteca científica (coleção de amostras de madeira) com aproximadamente nove mil exemplares representativos de cerca de duas mil espécies, pesquisados para fins científicos (acadêmicos), fiscalizatórios ou comerciais. Já o laminário de madeiras comerciais amazônicas tem mais de 800 lâminas distribuídas em 221 espécies.

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História mundial

A fototeca é um caso à parte, ligada a um contexto histórico que remete à Segunda Guerra Mundial. As cerca de 25 mil fotografias de exemplares de exsicatas botânicas da América estão na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Belém porque foram adquiridas pelo Field Museum of Natural History (Chicago) após bombardeios que atingiram o Herbário de Berlim (BGBM) e, posteriormente, compradas pelo Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Norte (Ipean), antecessor da Embrapa Amazônia Oriental.

Idealizado por botânicos renomados, o Herbário IAN foi fundado em 1945, batizado com as iniciais do histórico Instituto Agronômico do Norte, o primeiro instituto do gênero na região Norte, antecessor do Ipean.

São também autores da publicação A contribuição do Herbário IAN da Embrapa Amazônia Oriental às pesquisas técnico-científicas (clique no título para acessar) Silvane Tavares Rodrigues, Sebastião Ribeiro Xavier Júnior, Fernanda Ilkiu Borges de Souza, Joaquim Ivanir Gomes e Maria Carmelita Alves Conceição.

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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