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Presidente da SRB visita a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
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“Fiquei impressionada! Eu, como produtora rural, quero mostrar para a sociedade brasileira a quantidade de coisas com as quais vocês trabalham aqui”. Essa foi a frase mais falada pela presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Cristina Vendramini, durante sua visita esta semana à Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das Unidades de Pesquisa da Embrapa, em Brasília, DF. Ela foi recebida na Unidade pela Diretora Executiva de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Adriana Regina Martin.
Martin explicou à presidente da SRB sobre o trabalho do Comitê Assessor Externo (CAE), colegiado consultivo existente em todas as Unidades Descentralizadas (UD) da Embrapa, de natureza permanente, com atuação no âmbito das UDs e que é formado por empregados e representantes de instituições externas. Os CAEs da Embrapa têm a finalidade de monitorar demandas do ambiente externo, especialmente quanto à análise de tendências nos cenários de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), que sejam relevantes ao planejamento e à programação de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unidade.
Teresa Vendramini esteve na Unidade para conhecer melhor o trabalho de pesquisa e desenvolvimento que é realizado ali, já que ela é uma das participantes do CAE da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Ela conheceu, nesta primeira visita, o Banco Genético e a Estação Quarentenária. Para ela, o Banco Genético é a continuidade da vida. “E a gente está vendo a importância da preservação de material genético neste momento, devido aos problemas que estamos passando por conta da pandemia”.
Na apresentação, Teresa soube, por meio do coordenador daquela Unidade, Juliano Gomes Pádua, que o Banco Genético abriga um dos maiores bancos de sementes do mundo, com mais de 110 mil amostras de mais de 800 espécies de importância para a agricultura e alimentação.
Acompanhada pela Chefe Geral da Unidade, Maria Cléria Valadares Inglis, e pelo Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, Wagner Alexandre Lucena, a presidente da SRB ficou sabendo como a unidade atua para a segurança da produção agrícola no país. Na Estação Quarentenária, Vendramini ouviu, do coordenador da área, Norton Polo Benito, que todos os materiais, sejam vegetais ou animais, que são introduzidos no país precisam ficar em quarentena na Estação para a proteção das espécies em produção no país contra pragas que podem ser introduzidas. Somente entre 2015 e 2019 foram interceptadas 14 pragas (quarentenárias ou exóticas), dentre os mais de 374 processos recebidos (287 pedidos de importação com 16.277 acessos e 87 pedidos de exportação com 584 acessos).
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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.
Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.
Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.
Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

