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Parcerias em pesquisa são tema de agenda do presidente da Embrapa na Jordânia

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A agenda internacional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que tem a participação da Embrapa, começou neste final de semana, dia 7 de maio, por uma visita à fábrica da Arab Potash Company (APC), na Jordânia. O objetivo da viagem, liderada pelo ministro Marcos Montes, é abrir oportunidades para o Brasil, no que diz respeito principalmente ao mercado de fertilizantes. Representando a pesquisa agropecuária brasileira, participa da programação o presidente da Embrapa Celso Moretti. Os compromissos prosseguem até o dia 27, com a previsão de contatos com empresas e instituições de pesquisa de países do Oriente Médio, África e Europa.  

Uma das primeiras atividades da comitiva foi com relação à discussão de parcerias na área de pesquisa agrícola. O grupo esteve no Centro Nacional de Pesquisa Agrícola (NARC), considerado o braço científico do Ministério da Agricultura da Jordânia e a única instituição governamental especializada em pesquisa agrícola em nível nacional.  A sede do NARC está localizada em Ain Al-Basha, na província de Al-Balqa, de onde são supervisionados a Estação de Pesquisa Agrícola Al-Hussein, além de oito centros de pesquisa e 14 estações de pesquisa cobrindo os diversos ecossistemas da Jordânia de acordo com a distribuição climática.

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Fertilizantes

Outra agenda foi  relacionada à busca por alternativas em fertilizantes. “Tivemos a oportunidade de conhecer a área de extração de potássio do Mar Morto”, relatou Moretti. “A partir daí vamos avaliar conjuntamente as condições de negociação nessa busca por mais fertilizantes que contribuam com a produção agrícola brasileira, garantindo mais segurança alimentar”, completou.

Durante o encontro, a delegação recebeu a notícia de que a empresa poderá aumentar as exportações de potássio para o Brasil. Segundo o CEO da empresa, Maen Nsour, em cinco anos o total enviado ao Brasil poderá chegar a 1,2 milhão de toneladas.

“Essa visita é um indicativo de que vamos construir uma relação estratégica de longa duração. Temos grandes planos para o mercado brasileiro, que é muito importante, não só porque queremos aumentar a exportação para esse mercado, mas porque percebemos a importância do Brasil na segurança alimentar da humanidade”, destacou Nsour, durante a visita. Segundo ele, neste ano a empesa deve exportar 320 mil toneladas de potássio para o Brasil. A APC produz mais de 2,4 milhões de toneladas de potássio por ano. A Jordânia é o 7º maior produtor mundial de potássio.

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O ministro Marcos Montes ressaltou a qualidade do fertilizante produzido pela empresa, que planeja abrir um escritório no Brasil em breve para facilitar as negociações com os importadores brasileiros.
As operações da APC estão localizadas a 110 km ao sul de Amã, onde a Companhia produz quatro tipos de potássio: potássio padrão, fino, granular e industrial. O embaixador do Brasil em Amã, Ruy Amaral, também participou da visita.

O Brasil importa cerca de 85% de todo o fertilizante usado na produção agrícola nacional. No caso do potássio, o percentual importado é de aproximadamente 95%. O Brasil é o quarto consumidor e em 2021, as importações brasileiras de fertilizantes foram superiores a 41 milhões de toneladas, o que equivale a mais de US$ 14 bilhões.

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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