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Estudos sobre plantas de cobertura como alternativa de manejo sustentável

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Com o objetivo de produzir informações de apoio para estudos futuros, a Embrapa realizou a pesquisa bibliográfica “Utilização de plantas de cobertura como alternativa de manejo sustentável”, que conclui pela boa perspectiva dessa prática visando à produção sustentável, um dos focos principais da Agricultura moderna. O estudo, que servirá, ainda, para orientação dos produtores que desejem adotar esse método para conservação ambiental, teve por base pressupostos teóricos de vários autores e fontes sobre o tema.

Um dos principais desafios da agricultura moderna é produzir de forma sustentável, em ambiente ecologicamente correto, socialmente aceito e economicamente viável, para atender à demanda crescente de alimentos. Sob essa perspectiva, o Brasil se apresenta com enorme potencial para atender a essas questões, sendo o Cerrado um dos principais produtores de alimento no país. Entretanto, o uso intensivo e indiscriminado de agrotóxicos e adubação sintética, modelo recorrente na Agricultura, tem provocado graves danos ambientais aos ecossistemas e à saúde humana. Nesse ambiente, o uso adequado das plantas de cobertura constitui-se em alternativa para melhoria dos atributos físicos, químicos e biológicos do solo, aumentando a produtividade e promovendo sustentabilidade ao sistema agrícola.

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O estudo foi realizado pelos pesquisadores Anna Cristina Lanna, Enderson Ferreira, Mábio Chrisley e Adriano Nascente, da Embrapa Arroz e Feijão, junto aos doutorandos da Universidade Federal de Goiás (UFG) Laylla Frasca, Mariana Aguiar, Cássia Cristina Rezende e Denner Faria. O artigo científico foi publicado na Revista Científica Multidisciplinar (RECIMA21). Acesse mais informações acerca da pesquisa também no site da Embrapa, clicando aqui.

COLABORAÇÃO:
Rodrigo Peixoto (MTb/GO 1.077)
Embrapa Arroz e Feijão

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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