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Embrapa Meio-Norte avança na agenda de parcerias
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Mais um encontro entre os gestores da Embrapa Meio-Norte e agentes públicos da região do município de Picos fortalece a Unidade na agenda de parcerias. Na quarta-feira 23, pela manhã, em Teresina, o produtor Francisco Sampaio, o presidente da Câmara Municipal de Picos, Francisco das Chagas (Chaguinha); o deputado Nerinho, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Igor Nery, e o superintendente de Desenvolvimento Econômico do Estado, Tiago Ribeiro Patrício, conheceram as tecnologias disponíveis da Embrapa para o semiárido da microrregião de Picos.
“Estamos iniciando a construção de um Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (REDEX) em Picos, para o fomento do Comércio Internacional (Comex), que funcionará no polo industrial. É similar a um porto seco só para exportação.Vamos trabalhar o mel, carnaúba e diversas outras culturas agrícolas”, disse
Tiago Patrício aos gestores da Embrapa Meio-Norte, Anísio Lima Neto, chefe-geral e Paulo Fernando Vieira, chefe de administração.
“Tenha na Embrapa um parceiro, especialmente para o semiárido, área-alvo de ações com as nossas tecnologias. Precisamos nos conectar com os parlamentares e o setor produtivo da região”, respondeu Anísio Lima, chefe-geral da Embrapa Meio-Norte. Segundo ele, a Embrapa precisa se aproximar dos poderes Legislativo e Executivo em “prol da pesquisa, desenvolvimento e inovação”.
Anísio foi mais além, afirmando que há várias Unidades da Embrapa em que os parlamentares têm a Embrapa como parceiros. “Queremos trazer essa proximidade para cá também”, completou. Ele listou algumas tecnologias prontas para o semiárido, como maniva de mandioca indexada, palma forrageira, galinhas caipiras, algodão e gergelim.
O gestor da Embrapa Meio-Norte explicou que a área plantada diminuiu com um aumento de produtividade, “graças as tecnologias disponibilizadas”. Os biofortificados, como feijão e mandioca, também podem ser uma alternativa para a região. Segundo ele, a palma quando é irrigada e recebe adubação, garante uma quantidade de matéria verde surpreendente. O feijão-caupi, mais conhecido como feijão de corda, largamente produzido na região de Picos, também já é uma alternativa de produto para as futuras ações de transferência de tecnologia. O programa nacional de melhoramento genético é liderado pela Embrapa Meio-Norte e o feijão-caupi é o componente majoritário das exportações brasileiras de feijão, tendo mercados certos na Ásia, Europa e Oriente Médio.
“São várias soluções para a incremento da agricultura da região. Vamos fazer um evento na microrregião para apresentação do que há de solução tecnológica para a região”, prometeu o deputado Nerinho.
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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.
Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.
Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.
Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

