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Dia D terá oficina de inseminação artificial e debate sobre cenários da caprinocultura e ovinocultura
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Os participantes da 10ª edição do “Dia D”, que acontecerá entre 22 e 24 de julho, na Fazenda Carnaúba, em Taperoá (PB), terão acesso a soluções tecnológicas e debates sobre a produção de caprinos e ovinos no Brasil. A Embrapa Caprinos e Ovinos participará do evento, com oficina sobre a Técnica Embrapa de Inseminação Artificial Transcervical para Caprinos e palestra sobre os cenários das atividades da caprinocultura e da ovinocultura no semiárido brasileiro.
A oficina acontecerá nos dias 23 e 24, às 9h30, no espaço organizado pelo Sebrae, e demonstrará as vantagens da técnica de inseminação desenvolvida pela Embrapa que, ao usar pinça apropriada para fixação do colo uterino das cabras e manter os animais na mesma posição da monta natural, consegue otimizar o processo de deposição do sêmen dos reprodutores. Com a técnica, é possível inseminar uma maior quantidade de animais em tempo reduzido, além de proporcionar um melhor bem-estar animal.
“Vamos mostrar que a técnica é de simples execução. Qualquer pessoa, desde que treinada, pode realizar sua prática em uma estratégia de melhoramento genético”, afirma o médico veterinário Alexandre Monteiro, analista da Embrapa Caprinos e Ovinos que será instrutor da oficina. A capacitação terá duas turmas diferentes, uma para cada dia.
No dia 22, o Dia D terá a presença da pesquisadora Ana Clara Cavalcante, chefe-geral da Embrapa Caprinos e Ovinos, que apresentará a palestra “Caprinocultura e Ovinocultura no Semiárido: como prosperar frente a mudanças climáticas e incertezas”, às 10 horas, no palco principal. Segundo ela, é importante trazer reflexões sobre como essas duas atividades podem se manter competitivas em cenários como os de eventos climáticos mais agudos ou mesmo em uma pandemia como a Covid-19, que trouxe impactos para a produção rural.
“É possível sim. Inclusive porque a pecuária de pequenos ruminantes é a mais adequada às regiões semiáridas e áridas no mundo”, ressalta Ana Clara. Segundo ela, é necessário adotar ações para aumentar a eficiência produtiva, para que caprinocultura e ovinocultura sejam atividades preparadas para cenários de imprevistos. Para isso, serão necessárias inovações em dois eixos: tecnológico e organizacional.
De acordo com Ana Clara, no âmbito tecnológico, o setor produtivo deve buscar inovações que permitam usar com eficiência os recursos disponíveis nas propriedades rurais; adotar ferramentas que facilitem as tomadas de decisão; agregar valor aos produtos gerados pela produção de caprinos e ovinos. Já no âmbito organizacional, ela considera que é fundamental, para produtores e outros atores das atividades produtivas, participar de redes (como cooperativas e associações); ampliar a participação de públicos como mulheres e jovens nas tomadas de decisões; ter uma estrutura de assistência técnica mais orientada para os problemas do setor.
Dia D
Em 2022, o Dia D, organizado pela Fazenda Carnaúba, volta a ter uma edição presencial, após duas edições em formato online, por conta das medidas sanitárias de distanciamento social da pandemia da Covid-19. O evento reúne produtores rurais, empresários, criadores, expositores e pesquisadores para palestras, oficinas, leilões de animais, diálogos sobre negócios e conhecer os processos de funcionamento da Fazenda.
A programação de atividades técnicas deste ano contempla, além da caprinocultura e ovinocultura, forragicultura, produção de queijos, avicultura, bovinocultura, controle de pragas agrícolas, meliponicultura e demonstração de cães de pastoreio. O estado da Paraíba conta com o 5º maior plantel de caprinos (cerca de 733 mil cabeças) e o 6º maior de ovinos (aproximadamente 712 mil animais), segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do IBGE de 2020.
Fonte: Embrapa
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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.
Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.
Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.
Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

