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CNA discute projeto de lei sobre Política Nacional de Infraestrutura Hídrica

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Brasília (18/02/2022) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quinta (17), de um seminário para discutir o aprimoramento da política nacional de recursos hídricos e gestão de água no País, promovido pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos.

O evento, realizado de forma virtual, teve como objetivo discutir sugestões para o Projeto de Lei nº 4546/2021, que cria a Política Nacional de Infraestrutura Hídrica e altera a Lei das Águas.

A assessora técnica da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, Jordana Girardello, aponta que o PL, sendo propositura do executivo e elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, poderia ter sido melhor discutido com os setores e até mesmo com o próprio Conselho Nacional de Recursos Hídricos para trazer mais segurança jurídica aos usuários e o sistema como um todo. Segundo ela, não está claro o que se pretende com a política de infraestrutura hídrica que demanda uma estrutura grande e robusta.

“Não vimos apontamentos claros do que se pretende quanto a organização da exploração e nem sua interface com os instrumentos já existentes da política nacional de recursos hídricos”, afirmou.

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De acordo com Jordana, o que foi apresentado no PL como sugestões de aprimoramento da Lei n° 9433/1997, provoca uma ruptura na governança dos recursos hídricos e na gestão participativa prevista pelas atribuições do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH), sem compreender acordos, arranjos e realidades locais.

Outro ponto que preocupa o setor agropecuário é a previsão de suspensão de outorga para quem não fizer o pagamento pelo uso da água.

“Nas atividades do setor rural, o produtor nem sempre consegue ter balanço positivo toda safra/ano, fato esse comprovado pelos inúmeros casos de renegociação de dívidas do setor e da constante necessidade do seguro rural. Com a suspensão da outorga, ele fica incapaz de produzir e, consequentemente, de honrar com seus compromissos produtivos e financeiros para a safra subsequente, tornado o produtor impotente, imobilizado e fora da atividade”, disse.

A assessora técnica da Comissão Nacional de Irrigação da CNA alertou, ainda, para a cessão onerosa, prática utilizada por governos em todo o mundo para captar recursos através da exploração de seus recursos minerais e naturais.

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Nesse sentido, a cessão onerosa sem diretrizes claras e includentes favorecerá a defesa de que o recurso seja administrado pela lógica de mercado, com participação de detentores de grandes capitais e fundos de investimentos.

“Isso exclui os pequenos usuários, afetando de forma brutal a maior parte dos produtores rurais brasileiros que são de pequeno e médio porte, ficando nas mãos dos detentores da cessão onerosa”, declarou.

Na opinião dela, a segurança hídrica deve ser pensada de forma macro e não apenas com obras de infraestrutura e regulação de serviços que não vão trazer segurança alimentar, energética e de abastecimento necessários e vitais para o desenvolvimento do País.

Conforme Jordana, a Confederação vai enviar as contribuições e aprimoramentos no intuito de trazer segurança ao setor, respeitando os conceitos e diretrizes da política nacional de recursos hídricos como uma política descentralizada e participativa.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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