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CNA debate Compromisso Global pelo Metano
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Brasília (22/02/2022) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma reunião conjunta para tratar do Compromisso Global pelo Metano, na segunda (21).
O encontro contou com a participação dos presidentes das Comissões Nacionais de Meio Ambiente, Muni Lourenço; de Cereais, Fibras e Oleaginosas, Ricardo Arioli; e de Pecuária de Leite, Ronei Volpi; além do vice-presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte, Francisco Pugliese de Castro.
Os vice-presidentes da CNA, José Zeferino Pedrozo e Júlio Rocha; o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi; e o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Pio Guerra, também acompanharam a discussão.
Bruno Lucchi destacou que o objetivo da reunião foi discutir o acordo – que prevê a redução das emissões globais de metano em 30% até 2030 – e entender como o Sistema CNA/Senar poderá auxiliar o Governo Federal na elaboração das propostas brasileiras.
“A ideia é entender o motivo do compromisso e como poderemos transformá-lo em uma grande oportunidade para o agro brasileiro, tanto na agricultura quanto na pecuária”, afirmou.
Na opinião de Muni Lourenço, é importante o alinhamento de informações e posicionamentos do setor em relação ao documento, que traz impactos diretos na atividade agropecuária.
Segundo ele, a CNA vem acompanhando os debates sobre o tema e teve participação ativa na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26), quando o acordo foi assinado. Apesar disso, pondera Lourenço, existem muitas dúvidas e é preciso ter clareza em relação aos detalhes e ao alcance do compromisso.
“Enxergamos como uma oportunidade de aumento de eficiência na pecuária brasileira, mas sabemos dos desafios que existem, principalmente a massificação da transferência de tecnologias e de assistência técnica e gerencial. É muito importante discutirmos como será a metodologia e a quantificação do que o agro já vem contribuindo”, disse.
A reunião foi moderada pelo coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias. A programação também incluiu uma apresentação sobre as implicações do Compromisso Global sobre o Metano para a agropecuária brasileira, com o assessor especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Agricultura, Fernando Zelner.
A pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, Patrícia Anchão Oliveira, falou sobre alternativas técnicas para a redução da emissão de metano. Na última parte do encontro, os participantes debateram possíveis ações e propostas do setor para atuar no Grupo de Trabalho de Mudanças Climáticas.
Assessoria de Comunicação CNA
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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.
Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.
Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.
Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

