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Capacitação técnica trata do cultivo do pêssego em clima tropical de altitude

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O cultivo do pessegueiro, espécie de clima temperado, é o tema da próxima edição do evento Capacitação em Fruticultura Tropical que será realizada na terça-feira (08), às 9h. A palestra técnica Pêssego: pesquisa, inovação e produção em clima tropical de altitude será apresentada pela pesquisadora da Embrapa Clima Temperado Maria do Carmo Raseira. Os interessados podem acompanhar pelo pelo canal da Embrapa no Youtube e pela página da Embrapa Cerrados no Facebook.

A pesquisadora vai tratar dos avanços tecnológicos relacionados ao desenvolvimento de cultivares e sistema de produção, incluindo as tecnologias para a produção do pêssego em clima tropical de altitude. Segundo o chefe adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrados, Fábio Faleiro, coordenador do evento, o cultivo de espécies temperadas em ambientes tropicais como o Cerrado está sendo possível devido a esses recentes progressos científicos e tecnológicos. “No caso do pêssego, o desenvolvimento de cultivares com baixa necessidade de frio e o adequado manejo do pomar tem viabilizado o cultivo em clima tropical de altitude”, afirmou. 

Por ser uma espécie de clima temperado, o pessegueiro passa por um período de dormência. A pesquisadora explica que a entrada e a saída da planta desse período são altamente dependentes de temperatura e fotoperíodo. “Entretanto, com a evolução da tecnologia e desenvolvimento de cultivares com baixa necessidade de frio, hoje o cultivo dessa espécie, embora ainda predomine nos dois hemisférios, entre as latitudes de 30° e 45º, é encontrado em áreas subtropicais e tropicais de altitude”, afirmou. 

Atualmente, a cultura do pessegueiro ocupa, no Brasil, uma área de 15.880 ha, nos quais, em 2020, foram produzidas 201.880 t. A produção do fruto é concentrada no estado do Rio Grande do Sul e é de cerca de 130 mil toneladas em mais de 11 mil ha. No sul do estado está localizada mais de 95% da produção de pêssegos para processamento industrial. “O mais importante, no entando, é o papel social desse cultivo. Estima-se que, apenas no RS, cerca de 4500 famílias têm nesse cultivo a sua principal fonte de renda. Além disso, ele propicia milhares de empregos diretos, tanto no campo como na indústria conserveira, e um número ainda maior de empregos indiretos”, afirmou a pesquisadora. 

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Confira as palestras já realizadas

A primeira palestra técnica da Capacitação teve o tema Maracujá: cultivares, sistemas de produção e mercado, realizada em 15 de junho de 2021 pelo pesquisador Fábio Faleiro, da Embrapa Cerrados. A segunda foi Citros: do plantio à colheita, ministrada pelo pesquisador Eduardo Girardi, da Embrapa Mandioca e Fruticultura em 29 de junho. 

Mercado e a comercialização de frutas frescas e processadas foi apresentado por Ana Maria Costa, pesquisadora da Embrapa Cerrados, no dia 13 de julho. A quarta palestra foi realizada no dia 27 de julho com o pesquisador João Dimas Maia, da Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves, RS), que falou sobre Uvas de mesa: cultivares, sistemas de produção e mercado

No dia 10 de agosto, foi abordado o tema Uvas para vinho e suco: mercado, agregação de valor e perspectivas pelo pesquisador Giuliano Pereira, da Embrapa Uva e Vinho. No dia 20 de agosto, o pesquisador Luís Eduardo Corrêa Antunes, da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), apresentou conteúdos sobre Frutas vermelhas: sistema de produção de morango, mirtilo e amora-preta.

O tema no dia 8 de setembro foi Fruteiras temperadas: sistema de produção em ambiente tropical, com o pesquisador Paulo Lopes, da Embrapa Semiárido. No dia 21, o pesquisador Raul Rosa, da Embrapa Agrobiologia (Seropédica, RJ), palestrou sobre Cultivo orgânico: sistemas de produção na fruticultura.

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No dia 5 de outubro, o tema tratado foi Fruteiras Nativas: propagação e domesticação, com o pesquisador Ailton Pereira, da Embrapa Cerrados. No dia 26, o tema foi Banana: cultivares sistemas de produção e mercado, com o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Edson Perito Amorim. O pesquisador Tadeu Graciolli abordou, no dia 3 de novembro, o Cultivo comercial do abacate.

No dia 16, o assunto foi Goiaba: instruções técnicas para o cultivo comercial tema também abordado pelo pesquisador da Embrapa Cerrados. A última palestra de 2021 tratou da Pitaya: melhoramento genético e sistemas de produção e ficou a cargo do pesquisador Fábio Faleiro.

Já a manga foi o tema da primeira capacitação de 2022. A palestra Instruções técnicas para o cultivo comercial da manga foi apresentada pelo pesquisador Tadeu Graciolli. Em seguida, o assunto foi o sistema de produção do mamão, abordado pelo pesquisador Nilton Junqueira no dia 1° de fevereiro. Ele também apresentou a palestra Graviola: sistema de produção no Cerrado, no dia 22 de fevereiro. 

Também estão agendadas as seguintes palestras, sempre às 9h:

Açaí: cultivares, sistemas de produção e mercado – João Tome de Farias Neto (Embrapa Amazônia Oriental) – 15 de março de 2022
Cacau: cultivares, mercado e sistema de produção no Cerrado – Paulo Cesar Lima Marrocos (pesquisador UMIPI Cacau) – 29 de março de 2022
Caju: sistema de produção – Luiz Augusto Lopes Serrano (Embrapa Agroindústria Tropical) – 12 de abril
Melão e melancia: cultivares, sistema de produção e mercado – Jony Yuri (Embrapa Semiárido) – 26 de abril

Assista a todas as palestras da Capacitação em Fruticultura Tropical aqui.

Serviço:
Pêssego: pesquisa, inovação e produção em clima tropical de altitude
Quando: 8 de março, às 9h
Onde: https://www.youtube.com/watch?v=b1QZDnmajBI 

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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