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Cacauicultores terão descontos na quitação e renegociação de dívidas com o FNE

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Faeb comemora a aprovação do seu pleito

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) comemorou a normatização do artigo 6º da Lei 14.166/21, referente a operações da lavoura cacaueira. A medida, anunciada nesta terça-feira (3) pelo Banco do Nordeste, permite a liquidação ou repactuação de operações de crédito rural com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Esta era uma luta encabeçada pela Faeb e faz parte de um plano de revitalização e fortalecimento da cultura do cacau no Estado.

Para liquidação dos contratos, estão autorizados descontos que variam de 65% até 90%, a depender do porte do empreendimento rural. Já para repactuação de parcelas adimplentes o bônus concedido vai de 25% a 50%, também de acordo com a escala de produção e região onde o empreendimento está inserido.

As taxas de juros para renegociação também foram reduzidas, variando de 0,5 a 3,5% ao ano. O cálculo da alíquota leva em consideração o porte do empreendimento e o saldo devedor do mutuário. A decisão contempla as operações rurais contratadas há pelo menos sete anos, não só com recursos do FNE ou mistos (FNE/outras fontes), inclusive as alongadas pela Resolução nº 2.471/98 e as realizadas pela Lei nº 11.775/08 (transferidas do Banco do Brasil), independentemente do valor originalmente contratado.

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Os saldos devedores serão atualizados, a partir da contratação original até a data de liquidação ou de repactuação, com base nos encargos contratuais de normalidade, excluídos os bônus não efetivados, multa e encargos por inadimplemento, acrescidos de honorários advocatícios.

“Nós da Faeb, através da CNA e da Câmara Setorial do Cacau (organismo do Ministério da Agricultura), lutamos por esse pleito junto ao governo federal e à Câmara dos Deputados. Este êxito que obtivemos agora, sem dúvida, será muito importante para os produtores de cacau da Bahia, uma vez que o Estado é maior produtor de cacau do Brasil”, enfatizou o vice-presidente administrativo da Federação baiana, Guilherme Moura.

Ascom Faeb/Senar

Fonte: CNA Brasil

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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