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CST Invasão Zero é instalada na Assembleia Legislativa

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Foi instalada nesta quinta-feira (29), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a Câmara Setorial Temática Invasão Zero. Requerida pelo deputado estadual Gilberto Cattani (PL), a CST tem o objetivo de promover estudos sobre o número de invasões a propriedades privadas ocorridas no estado, bem como de propor medidas para assegurar os direitos dos proprietários.

A reunião de instalação contou com a presença de representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação de Produtores de Soja (Aprosoja), Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Fórum Mato-grossense da Agropecuária e Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat).

“Esta câmara setorial vai discutir e buscar soluções para o problema crônico do campo brasileiro e mato-grossense, que é a questão das invasões de propriedades privadas, de movimentos sociais que se apropriam indevidamente de funções dentro da cadeia produtiva para desvirtuar o bom trabalho do campo e trazer também instabilidade”, anunciou o presidente da CST, deputado Gilberto Cattani.

Na ocasião, o parlamentar afirmou que grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) não são favoráveis à reforma agrária e que, pelo contrário, acabam dificultando que ela aconteça.

“Agrupamentos como o MST, nada, absolutamente nada têm a ver com reforma agrária, uma vez que a lei da reforma agrária, no seu artigo sexto, diz que qualquer área que estiver invadida não pode ser mais desapropriada por dois anos. Em caso de reincidência o tempo dobra, ou seja, se você invade uma propriedade, é impossível fazer reforma agrária nela. Então, os maiores adversários da reforma agrária são os invasores de propriedade”, disse.

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Foto: Ronaldo Mazza

O professor e advogado Danilo Atala fez uma contextualização histórica e demonstrou como o direito à propriedade foi e permanece sendo um direito inviolável, assegurado pela Constituição a todos os cidadãos.

Um dos criadores do Movimento Invasão Zero no estado da Bahia, Luiz Henrique Uaquim participou da reunião de forma remota e relatou as ações e os resultados obtidos pelo grupo. Segundo ele, o movimento tem dois principais objetivos: impedir as invasões e conscientizar as autoridades de que as invasões de terra não têm relação com reforma agrária.

“Aqui na Bahia o produtor se autodefende dessas facções criminosas, por isso essa união organizada dos produtores, tomando para si o dever que o Estado teria de defendê-los. Nós nos organizamos e resolvemos enfrentar as invasões de terra na Bahia provocadas pelo MST. Essa organização resultou na formatação de 16 núcleos no estado, agrupando mais de 220 cidades divididas e concentrada em um núcleo central”, contou.

Robson Marques, diretor administrativo-financeiro da Famato, parabenizou Cattani pela criação da CST e destacou a importância da participação do Legislativo estadual na discussão do tema.

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“Nós vivemos um momento em que houve uma mudança no Governo Federal e os chamados movimentos sociais estão aproveitando essa lacuna e estão mais envolvidos nessa questão de invasão de terra. Então, hoje é um marco temporal, em que o legislativo, juntamente com o governo do estado, tem colocado essa como prioridade. Uma propriedade invadida gera um grande prejuízo não só àquela propriedade, mas também para todo o seu entorno e toda a sua região, porque cria uma instabilidade e a instabilidade faz com que haja uma baixa de produção e é essa ilegalidade que queremos combater”, declarou.

O consultor técnico da Acrimat, Amado de Oliveira Filho, reforçou os prejuízos causados pelas invasões e destacou que 86% das 107 mil propriedades que possuem pecuária de corte em Mato Grosso pertencem a pequenos e médios produtores.

Entre as propostas discutidas durante a reunião, está a criação do movimento “Abril Amarelo”, em oposição ao “Abril Vermelho”, mês em que o MST promove mobilizações em todo o país.

Além do deputado Gilberto Cattani, a CST é composta pelos deputados Dilmar Dal Bosco (União Brasil), Diego Guimarães (Republicanos), Cláudio Ferreira (PTB) e Faissal (Cidadania).

Fonte: ALMT – MT

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Mauro mantém liderança e hoje Medeiros ficaria com a 2ª vaga;

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RDNEWS

Pesquisa veritá estimuladaO deputado federal e pré-candidato ao Senado, José Medeiros (PL), reduziu a vantagem do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que segue na liderança da corrida eleitoral em Mato Grosso. Medeiros aparece como o segundo nome mais citado na modalidade estimulada da pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá, na quinta-feira (7). A eleição para o Senado terá duas vagas em disputa para mandato de oito anos e, no atual cenário, o parlamentar desponta entre os favoritos para conquistar a segunda cadeira.

Neste cenário, quando se é apresentado o nome dos pré-candidatos como primeiro voto, Medeiros apareceu com 29,5% das intenções de voto, um crescimento expressivo em relação aos 22,2% da pesquisa anterior. Com isso, reduziu drasticamente a distância para Mauro, que aparece com 30,7%, gerando um empate técnico.

Montagem/Rdnews

Mauro Mendes e José Medeiros disputa ao Senado 2026

 Ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal José Medeiros (PL)

Abaixo estão a deputada Janaina Riva (MDB) com 13,2%; senador Carlos Fávaro (PSD) com 8%; produtor rural Antonio Galvan (Avante) com 6,2%; senador Jayme Campos (União BrasiL) com 4,9%; Margareth Buzetti (PP) com 2,5%. Ela ainda é seguida pela ex-federal Rosa Neide (PT) e pelo ex-senador Pedro Taques (PSB), com 2,2% e 2,1%. Brancos e nulos e os que não responderam somam 12%.

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Veritá/Rdnews

Pesquisa veritá espontânea

  Espontânea

Já na espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Medeiros saltou de 18% para 23,7% das intenções de voto. Mauro segue líder com 41%, mesmo tendo perdido 6%. A deputada Janaina segue em terceiro com 14,1%, registrando perda de 0,5%. Os dados ainda indicam que outros citados não ultrapassaram 10%, sendo eles: senadores Fávaro e Wellington Fagundes (PL), tem 9% e 7,1%. Enquanto Galvan tem 2,4% empatado tecnicamente com ex-senador Pedro Taques (PSB), deputada federal Coronel Fernanda (PL), Otaviano Pivetta (Republicanos) e Jayme Campos (União Brasil), com 0,4% e 2,4%.

Pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 30 de abril deste ano, com 1.220 entrevistados. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob número MT-01285/2026.

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