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Embrapa oferece serviço de acesso a dados agrometeorológicos para uso em soluções digitais

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Dispor de ferramentas que ajudem a antecipar tendências do clima é cada vez mais fundamental para a tomada de decisão no campo. Com o objetivo de contribuir para o aprimoramento de soluções digitais disponíveis no mercado, a Embrapa passa a oferecer a partir deste mês o acesso facilitado a um conjunto de dados agrometeorológicos úteis no monitoramento da produção e no planejamento de operações agrícolas. São 17 variáveis relacionadas com a previsão do tempo para todo o território nacional, que podem ser customizadas e integradas a softwares e aplicativos móveis utilizados para apoiar a gestão da propriedade, do plantio à colheita.

Os dados são gerados pelo Global Forecast System (GFS), executado pelo Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, e processados pela Embrapa Agricultura Digital (Campinas/SP) para serem consumidos via API (Interface de Programação de Aplicativos), um conjunto de padrões e linguagens de programação que permite, de maneira automatizada, a comunicação entre sistemas diferentes de forma ágil e segura. O serviço é disponibilizado na Plataforma AgroAPI para instituições públicas e privadas, como empresas, startups, cooperativas e entidades de assistência técnica e extensão rural.

Além da temperatura e precipitação, o conjunto de dados reunidos na ClimAPI contempla índices e taxas relacionados à evapotranspiração, umidade, cobertura de nuvens e velocidade e direção do vento, com previsibilidade de até 10 dias. As informações são atualizadas a cada seis horas e podem ser consultadas com base nas coordenadas de latitude e longitude, cobrindo uma área a partir de 25 quilômetros.

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De acordo com a pesquisadora da Embrapa Agricultura Digital Luciana Alvim Santos Romani, uma das responsáveis pela plataforma AgroAPI, há uma demanda crescente por dados climáticos customizáveis para uso em tecnologias e serviços digitais ofertados para o agro, em especial dados que ajudam na emissão de alertas agroclimáticos, operações para aplicação de defensivos e geração de estimativas de produtividade.

Um dos desenvolvedores da nova API, o analista Silvio Evangelista aponta o potencial de aplicação focado na atividade agropecuária. “A ClimAPI pode fomentar diversas soluções que envolvam planejamento e a tomada de decisão em função das condições climáticas. Por exemplo, ferramentas utilizadas pelo agricultor que orientam o manejo da cultura, irrigação, previsão de danos por geada, janelas de plantio e colheita”.

Como acessar

Já disponível na Plataforma AgroAPI, a ClimAPI será apresentada pela Embrapa, pela primeira vez, durante o Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão (ConBAP 2022), que acontece até o dia 11 de agosto, em Campinas (SP). O acesso à plataforma é totalmente virtual e o intercâmbio de dados é realizado máquina-a-máquina, mediante token individual.

O analista da Embrapa Agricultura Digital Adriano Franzoni Otavian, que também atuou na criação da API, explica que os dados fornecidos pelo GFS são processados e organizados numa base que pode ser consultada de acordo com a latitude e longitude, a variável agroclimática e a data de interesse. “As respostas às requisições feitas via API, na plataforma, são adequadas a um formato padrão que pode ser facilmente incorporado em outros sistemas, incluindo dispositivos móveis, como os aplicativos para smartphone”, completa.

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No primeiro mês, o uso do serviço é gratuito, para o máximo de 1.000 requisições de dados. Depois deste período, também será disponibilizado por meio de um contrato comercial, com valores que podem variar de acordo com o volume de requisições.

Sobre a AgroAPI

Pioneira no Brasil, a Plataforma AgroAPI foi desenvolvida pela Embrapa Agricultura Digital para disponibilizar informações e modelos agropecuários via API, que podem ser utilizados também por outras instituições, startups e empresas na criação e aperfeiçoamento de software e aplicativos móveis, com redução de custo e de tempo.

Além da nova ClimAPI, estão disponíveis na plataforma dados sobre cultivares e produtividade, zoneamentos agrícolas, índices vegetativos, dados genômicos e para classificação de solos. Entre os clientes, estão instituições bancárias, indústrias de equipamentos agrícolas, empresas de extensão rural e startups diversas, com soluções para crédito rural, planejamento e monitoramento da produção.

A AgroAPI também vem sendo utilizada para o aprimoramento de soluções ofertadas pela Embrapa como o aplicativo Plantio Certo, que dá acesso às informações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e possui mais de 21 mil usuários ativos.

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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