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Pecuária leiteira de precisão é o tema principal do Anuário Leite 2022, da Embrapa Gado de Leite

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O Anuário Leite 2022, da Embrapa Gado de Leite, é uma completa publicação com 37 artigos, distribuídos em 116 páginas, com análise dos mais variados temas de interesse da cadeia do leite. A publicação apresenta análise do mercado brasileiro e global, indicadores de produção, preços e custos, leite nos estados, maiores fazendas produtores e maiores laticínios, oferta de leite UHT, tendências do leite para a década, leite no mundo (Cone Sul, China e Nova Zelândia), emissões de carbono, insumos (sêmen, produtos veterinários e alimentação animal), volumosos (novas cultivares de forrageiras para pastagens) e conteúdo sobre consumo (geração Z e lácteos preferidos).

Segundo o jornalista Nelson Rentero, editor do Anuário Leite 2022, a pecuária de precisão é o tema central escolhido porque “no exterior, assim como no Brasil, cresce o número de produtores atraídos pelas novas ferramentas disponíveis pela pesquisa e pelas empresas do setor. E as tecnologias não só têm promovido melhorias na eficiência de gestão, mas também aumentos expressivos nos indicadores de produtividade, além de promover redução de horas no trabalho exigido. Tais recursos dão a ‘precisão’ proposta na coleta de dados que, após processados, são transformados em informação útil para tomada de decisão rápida e certeira. Para essa missão, o produtor conta com o auxílio de smartphones ou computadores, que por meio de alertas permite a intervenção precoce e certeira no acompanhamento do processo”.

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Destaque, também, à entrevista exclusiva com Elizabeth Fernandes, chefe-geral da Embrapa Gado de leite, e à reportagem especial sobre os 45 anos da Embrapa Gado de Leite, com destaque para as pesquisas em diversas áreas apresentadas em uma linha do tempo com principais conquistas da empresa.

“Abrimos espaço para os 45 anos da Embrapa Gado de Leite, completados no final do passado. Um artigo especial retrata a evolução dos trabalhos de pesquisa da instituição, que marcam uma nova fase da história do leite no país. Prova disso está nos números: em 1974, o Brasil produzia 7 bilhões de litros de leite; em 2021, bateu no 35,5 bilhões de litros. Uma diferença expressiva decorrente da aplicação de pesquisas comprometidas com a valorização da atividade em todos os elos da cadeia láctea”, destaca o editor do Anuário Leite 2022.

Nelson Rentero informa que artigos de pesquisadores da Embrapa Gado de Leite e de analistas de mercado, além de balanços de entidades também ocupam espaço na edição. De comum, o conteúdo exclusivo do Anuário demonstra que 2021 não foi dos melhores para o leite, tanto na produção como na comercialização, cujos índices apresentaram crescimento próximo de zero. A pandemia e a inflação do agro são apontadas como as responsáveis pela estagnação, ao apresentarem custos elevados na produção, com aumento dos insumos, diesel e frete, o que se traduziu por valores reajustados na gôndola e por retração nas vendas.

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“O Anuário Leite tem se consolidado como a principal publicação sobre o setor leiteiro por apresentar em um único documento as principais estatísticas da cadeia produtiva no ano, além de reportagens especiais sobre os temas mais relevantes do momento e tendências que nortearão o desenvolvimento da atividade. Essas informações são ainda mais úteis no momento atual, em que o setor passa por um momento complicado de altos custos de produção e demanda reprimida devido à redução da renda da população, o que tem apertado as margens ao longo de toda a cadeia. Nesse sentido, ter informações de qualidade de especialistas do setor é fundamental”, destaca Elizabeth Fernandes, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite.

O Anuário Leite 2022 resulta de parceria da Embrapa Gado de Leite, o jornalista Nelson Rentero e a Texto Comunicação Corporativa. A publicação está disponível para download gratuito no site da Embrapa Gado de Leite, no link: https://bit.ly/3Oxcgoj

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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