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EXPORT/CEPEA: Faturamento com vendas externas do agro inicia 2022 em forte alta

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Cepea, 30/05/2022 – Os maiores volume e preço dos produtos do agronegócio brasileiro exportados nos primeiros quatro meses de 2022 garantiram forte aumento no faturamento do setor.

Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) mostram que, de janeiro a abril de 2022, o volume exportado pelo agronegócio nacional cresceu 5% frente ao mesmo período do ano anterior, e os preços em dólar subiram 28%. Assim, o faturamento somou US$ 48 bilhões no primeiro quadrimestre, avanço de 34% em relação ao mesmo período de 2021.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços em alta no mercado internacional são consequência das situações adversas enfrentadas pelos agentes econômicos no mundo, como a guerra na Ucrânia e novos surtos de covid na China. Além disso, do lado da oferta, fatores climáticos novamente impactaram a produção brasileira, o que deve manter a oferta nacional um pouco abaixo do esperado.

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Quanto aos produtos exportados pelo agronegócio nacional de janeiro a abril deste ano, os do complexo soja seguem como destaque, seguidos pelas carnes bovina e de frango. Já os principais destinos continuam sendo a China (que recebeu 35% de tudo que o setor brasileiro exportou no primeiro quadrimestre de 2022), a Europa (considerando-se 27 países) e os Estados Unidos.

DIVISAS – É importante enfatizar que, de janeiro a abril de 2022, a participação do agronegócio no saldo comercial do País foi de suma importância, com o setor representando quase 48% das exportações brasileiras totais e gerando volume de recursos suficiente para cobrir o déficit comercial dos outros setores da economia.

PERSPECTIVAS – Os preços dos produtos exportados pelo agronegócio nacional devem se manter em patamares elevados neste ano. Já o volume enviado ao exterior pode apresentar crescimento mais modesto, visto que o encarecimento dos produtos tende a limitar a compra por parte de países de baixa renda.

A produção doméstica de importantes produtos do setor deve se recuperar neste ano das fortes perdas ocorridas no ciclo produtivo anterior, mas as altas nos custos de produção devem pesar sobre os produtores. Assim, se, por um lado, preços em alta animam os vendedores e ajudam a compensar a alta dos custos de produção, para os consumidores, é sinal de que a inflação deve continuar a corroer o seu poder de compra.

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Veja relatório completo aqui.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre exportação do agronegócio aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com o professor Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros e com a pesquisadora Andréia Adami: [email protected]

Fonte: CEPEA

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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