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Embrapa Mandioca e Fruticultura marca presença na Feibanana 2022

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De 10 a 12 de maio, a Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento participa da 10ª Feira da Bananicultura (Feibanana), em Pariquera-Açu (SP). O município está localizado no Vale do Ribeira, região que mais produz banana no País.

O pesquisador Fernando Haddad vai apresentar duas palestras: no dia 10, às 16h20, ele vai falar sobre “Murcha de Fusarium: tecnologias para manejo integrado da doença e situação da raça 4 tropical”; e, no dia seguinte (11), às 16h10, vai abordar o tema “Bioinsumos para bananicultura: tecnologias, perspectivas e produção on farm”.

Haverá também exposição de diversas tecnologias da Unidade: bioinsumos,  BRS Princesa, BRS SCS Belluna, BRS Platina e uso eficiente do uso da água.

Banana BRS SCS Belluna – Primeira variedade de banana para processamento do País, sendo também indicada para o consumo in natura, foi desenvolvida em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), de Santa Catarina (SC). Apresenta maior teor de fibras e amido resistente e tem grande potencial para uso em processamento, em especial para a produção de farinha e banana passa, o que permite agregar valor à produção nas propriedades rurais. É uma bananeira naturalmente biofortificada, uma vez que é rica em fibras e apresenta menor conteúdo de carboidratos e valor calórico que as cultivares comerciais. Possui quatro vezes mais amido resistente que a cultivar Grande Naine e duas vezes mais que a Prata-Anã, principais cultivares em uso pelos agricultores brasileiros.

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Banana BRS Platina – resistente à Sigatoka-amarela e ao mal-do-Panamá, principais doenças da bananicultura, a BRS Platina tem porte médio e características tanto de desenvolvimento quanto de rendimento idênticas às da Prata-Anã. Em grande parte do mercado brasileiro, a Prata-Anã reina absoluta, contudo sua produção está ameaçada em função da elevada incidência do mal-do-Panamá. A BRS Platina foi desenvolvida para fazer frente a essa limitação fitossanitária.

Banana BRS Princesa – A banana tipo Maçã tem alta suscetibilidade à murcha de Fusarium, doença causada pelo fungo Fusarium oxysporum f.sp. cubense, que provoca perdas de 100% da produção e ainda permanece no solo por décadas. Resistente à murcha de Fusarium, a bananeira BRS Princesa tem porte médio a alto e características de tamanho, formato e gosto muito similares aos da Maçã e ganha cada dia mais espaço entre produtores e consumidores.

Produção “on farm” de Trichoderma para controle biológico de Fusarium – A prática visa produzir e estabelecer o controle de qualidade do produto biológico à base de Trichoderma asperellum para uso na agricultura, especialmente na produção de banana. Tem como função orientar empresas e agricultores que produzem biológico à base de T. asperellum quanto à produção on farm e à realização de testes de controle de qualidade, gerando produtos seguros, eficazes e que atendam às expectativas do usuário. A tecnologia é composta por uma cepa específica de Trichoderma asperellum.

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Uso eficiente do uso da água – A bananeira é uma cultura altamente exigente em água. A necessidade pode variar de 8 mil a 15 mil m3 de água/ciclo, a depender da variedade e das condições climáticas do local. Grande parte da área plantada com a cultura da bananeira no Brasil está em condições de sequeiro, onde as produtividades são significativamente inferiores às sob condição irrigada. A Embrapa desenvolveu várias tecnologias de irrigação que podem ajudar ao produtor a aumentar a produtividade de forma racional e sustentável.

Colaboração: Djane Silva(estagiária)

Fonte: Embrapa

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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