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Curso do Senar/MS ensina como transformar folhas de Taboa em peças artesanais.

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Resistência, durabilidade e beleza são características da matéria-prima gratuita de produtos artesanais


Com talento e técnica, uma folha que se transforma em luminária, cortina e até chapéu. A taboa é uma planta aquática, de longas folhas e espigas que servem de matéria-prima para a produção de diferentes objetos decorativos e utilitários. O Senar Mato Grosso do Sul tem um curso gratuito que ensina todas as etapas, desde a escolha da folha até a finalização do produto.

A planta é típica da região pantaneira, encontrada com frequência em áreas úmidas. Também conhecida como paineira-de-brejo, capim-de-esteira, paina, paina-de-flecha, paineira-de-flecha, pau-de-lagoa, taboinha, tabu, entre outros.

Para a colheita, basta cortar a haste como se fosse uma poda, sem a necessidade de retirar a raiz, sendo assim, ela volta a brotar.  Esta é uma matéria-prima gratuita, ou seja, não terá custo com a fibra, somente com outros itens de produção.

“Escolhemos as melhores folhas. As maiores, verdes, grossas e lineares são as preferidas. Depois, deixamos secar por até três dias no sol e depois guardamos penduradas em local arejado. Antes de ser utilizada para a produção a peça, ela deve ser umedecida”, explica a instrutora, Bárbara Eunice de Andrade.

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Para ter uma ideia do valor desta arte, um cesto grande custa e, média, R$ 300. Uma luminária, R$ 270 e uma mesa encapada com a fibra trançada por R$ 800. 

Além de móveis, cestos, caixas, bandejas e bolsas, a planta também pode compor a culinária. “O talo da planta é na verdade um palmito comestível, também é cicatrizante e com funções digestivas”, acrescenta.

Ficou interessado nessa arte? No site senarms.org.br você confere toda a programação desta capacitação. Procure o sindicato rural do seu município e fale do interesse pelo curso.

Fonte: CNA Brasil

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Mercado de defensivos ganha nova opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem

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Uma mistura exclusiva, idealizada para ser o melhor produto para primeira aplicação na soja. Assim é o Scudeiro Nortox, que está chegando ao mercado. A Nortox é a maior fabricante nacional de agroquímicos. “Fizemos todas as combinações possíveis entre todos os grupos de fungicidas e chegamos à conclusão de que a mistura de dois triazois foi a melhor opção para o controle da mancha-alvo e da ferrugem sem correr grandes riscos de resistência”, afirma o diretor comercial João Marcos Ferrari. “A Nortox não vende ativos. Ela vende a solução para o agricultor. Dentro desse princípio, nós testamos todas as possíveis combinações para chegar ao melhor produto para a primeira aplicação da soja”, acrescenta Ferrari.

Celio Hiroyuki Fudo, gerente de Desenvolvimento de Produtos, também se mostra empolgado com os resultados. “A combinação dos dois melhores princípios ativos – Protioconazol e Tebuconazol – garantiu controle da ferrugem asiática e mostrou excelente performance no controle de outras doenças da soja. Os vários estudos realizados pelos principais fitopatologistas, assim como os estudos realizados pela nossa equipe, atestaram a eficácia e seletividade do Scudeiro”, destacou ele.

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Thiago Polles, Líder de Desenvolvimento de Mercado, destaca que o Scudeiro (Protioconazol + Tebuconazol) é um fungicida sistêmico de amplo espectro de controle, com registro também para as culturas do algodão, milho, trigo, cevada e sorgo, entre outras, dispensando o uso de óleo adjuvante. Algumas das principais doenças de culturas como a soja, algodão, milho e trigo acabam sobrevivendo de um ano para o outro na própria palhada da cultura “hospedeira. Assim, há a necessidade de manejarmos de forma integrada no controle dessas doenças, como a mancha-alvo e ferrugem-asiática, que ganham destaque na cultura da soja devido à severidade proporcionada”, explica Thiago Polles. Ele observa que o Scudeiro tem uma formulação diferenciada. “Desenvolvido em 27 instituições de pesquisa do Brasil e nos Ensaios Cooperativos, o Scudeiro comprovou a eficiência no controle de doenças como mancha-alvo e ferrugem-asiática, assegurando a produtividade e seletivo a cultura da soja”, prossegue Polles.

Maicom Tumiate, gerente de Registro e Desenvolvimento, ressalta que o produto foi priorizado pelo Ministério da Agricultura por ser uma composição (formulação) exclusiva e inédita e também por ter síntese do produto técnico e formulação no Brasil. Por sua vez, Lucas Morais, coordenador de Marketing – Comunicação, afirmou que o lançamento do Scudeiro dá sequência ao novo posicionamento na comunicação da empresa com o mercado. A Nortox, que completa 70 anos em abril de 2024, tinha seus produtos nomeados pelo ativo de maior destaque, juntando-se as iniciais das misturas. “Por ser uma mistura exclusiva e com nome comercial, o Scudeiro Nortox também demanda uma nova estratégia própria de marketing. Isso vale tanto para ele quanto para outras novidades que estão a caminho”, ressalta Lucas Morais.

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